A enfermagem é a ciência do cuidar de pessoas. Para executar suas atividades necessita estar em condições físicas e emocionais adequadas. Isto também depende de uma jornada de trabalho humanizada. Lembre-se, somos mais de 1.600.000 trabalhadores no Brasil. Juntos somos fortes. Enfermeiro Washington acredita e trabalha por isto!
Salário digno para os profissionais de Enfermagem
Projeto de Lei 2573/2011, que fixa pisos salariais para Enfermeiros, Técnico de Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem e Parteiras. Altera Lei 7.498/86, que regulamenta o exercício da Enfermagem.
Projeto de Lei 4924/2009, que fixa pisos salariais para Enfermeiros, Técnico de Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem e Parteiras. Altera Lei 7.498/86, que regulamenta o exercício da Enfermagem.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Mais um requerimento, e nada de votação. Alô Padilha. Estamos de olho em você!!!
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terça-feira, 25 de junho de 2013
Os desafios do setor de transportes para a melhoria da saúde da população
25/06/2013
Agência FAPESP – A Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) promove no dia 3 de julho o encontro acadêmico internacional “Os desafios do setor de transportes para a melhoria da saúde da população”.
Voltado a pesquisadores, alunos de pós-graduação, gestores e ao público em geral, o encontro terá como eixos centrais os impactos à saúde do setor de transportes, as políticas para melhorar a saúde por meio desse setor, as ferramentas para a avaliação desse impacto, as alternativas de governança sobre o processo de mudança e as oportunidades apresentadas por intervenções em transporte que estão sendo feitas em preparação para os grandes eventos de 2014 e 2016.
Um dos palestrantes será o professor Carlos Francisco Dora, coordenador do Departamento de Saúde Pública e Meio Ambiente da Organização Mundial de Saúde (OMS) e especialista em avaliação de impacto de políticas públicas à saúde.
Inscrições para o evento são pelo site e gratuitas. Clique AQUI
Mais informações pelo e-mail: svalunos@fsp.usp.br.
Fonte: FAPESP
sábado, 15 de junho de 2013
Como a 43 anos atrás... "A taça do mundo é nossa, com brasileiro, não á quem possa..." PANIS ET CIRCENSES"
Boa noite. Daqui à pouco será bom dia e daqui a um pouco mais o Brasil estará em campa para a abertura da copa das confederações.
Será que alguém estará preocupado com o mensalão, com a privataria tucana, com o fato de o governo federal não ter cumprido o acordo com os servidores públicos federais da educação; com a peC 37; com o fato de as 30 horas para a enfermagem estar sendo cozinhada em banho maria com a conivência ou pelo menos a resiliência de quase todas as instituições, autarquias, federações, sindicatos e representantes da categoria; será que alguém estará ocupado em impedir as ações de higienização da madrugada onde pessoas em situação de rua são presas e levadas para sabe-se lá onde pelos governos estaduais e municipais nos arredores dos estádios onde os jogos acontecerão. Será que as questões relacionadas aos golpes e aos boatos que fazem as bolsas e o dólar descerem e subir respectivamente estará nas rodas de conversas? Será que o fato de a saúde pública estar sendo entregue às OS's, às Cooperativas, à Ebeserh será lembrado na hora do jogo ou um pouco depois?
Ou à exemplo do que acontecia nos anos de chumbo: "A taça do mundo é nossa - com brasileiro, não há quem possa..." e tudo o mais que nós sabemos que acontece ficará em segundo plano, inclusive os superfaturamentos, às falcatruas nas licitações, as obras que correm risco de desabarem pouco depois de terem o período de garantia expirado com a conivência do governo atual e a cara de pau do governo que estava no poder à época da construção?
Daqui a pouco o Brasil entra em campo e eu também vou torcer para que nossa equipe vença, mas apenas por que sou patriota, sem esquecer de todas as mazelas que temos, te todos os problemas que vivemos, do fato de só termos UPP's nos entorno dos espaços onde a copa das confederações, a copa do mundo e as olimpíadas serão disputadas. Sem esquecer que há um coro para evitar do autódromo ser construído em Deodoro, sob argumento idiota de preservação da mata atlântica, que nunca foi preservada na zona Oeste rica e que mais uma vez deve receber um equipamento, enquanto ao povo da zona Oeste pobre restará um matagal, cheio de explosivos que nunca será aberto para visitação e que favorece, em muito os assaltos, estupros, desmanches de carro e despejo de lixo que só quem conhece a Estrada do Camboatá sabe que acontece porque, nem a mídia noticia, afinal fica em uma zona de baixo poder aquisitivo e que não beneficiaria a nenhum dos grandes detentores de capital.
É. Daqui a poucas horas teremos mais uma vez o ópio do povo, Panis et circenses.
Gostaria que isto não fosse verdade, mas acho que vocês hão de concordar que não é exagero.
Bom jogo para todos.
Enfermeiro Washington.
Será que alguém estará preocupado com o mensalão, com a privataria tucana, com o fato de o governo federal não ter cumprido o acordo com os servidores públicos federais da educação; com a peC 37; com o fato de as 30 horas para a enfermagem estar sendo cozinhada em banho maria com a conivência ou pelo menos a resiliência de quase todas as instituições, autarquias, federações, sindicatos e representantes da categoria; será que alguém estará ocupado em impedir as ações de higienização da madrugada onde pessoas em situação de rua são presas e levadas para sabe-se lá onde pelos governos estaduais e municipais nos arredores dos estádios onde os jogos acontecerão. Será que as questões relacionadas aos golpes e aos boatos que fazem as bolsas e o dólar descerem e subir respectivamente estará nas rodas de conversas? Será que o fato de a saúde pública estar sendo entregue às OS's, às Cooperativas, à Ebeserh será lembrado na hora do jogo ou um pouco depois?
Ou à exemplo do que acontecia nos anos de chumbo: "A taça do mundo é nossa - com brasileiro, não há quem possa..." e tudo o mais que nós sabemos que acontece ficará em segundo plano, inclusive os superfaturamentos, às falcatruas nas licitações, as obras que correm risco de desabarem pouco depois de terem o período de garantia expirado com a conivência do governo atual e a cara de pau do governo que estava no poder à época da construção?
Daqui a pouco o Brasil entra em campo e eu também vou torcer para que nossa equipe vença, mas apenas por que sou patriota, sem esquecer de todas as mazelas que temos, te todos os problemas que vivemos, do fato de só termos UPP's nos entorno dos espaços onde a copa das confederações, a copa do mundo e as olimpíadas serão disputadas. Sem esquecer que há um coro para evitar do autódromo ser construído em Deodoro, sob argumento idiota de preservação da mata atlântica, que nunca foi preservada na zona Oeste rica e que mais uma vez deve receber um equipamento, enquanto ao povo da zona Oeste pobre restará um matagal, cheio de explosivos que nunca será aberto para visitação e que favorece, em muito os assaltos, estupros, desmanches de carro e despejo de lixo que só quem conhece a Estrada do Camboatá sabe que acontece porque, nem a mídia noticia, afinal fica em uma zona de baixo poder aquisitivo e que não beneficiaria a nenhum dos grandes detentores de capital.
É. Daqui a poucas horas teremos mais uma vez o ópio do povo, Panis et circenses.
Gostaria que isto não fosse verdade, mas acho que vocês hão de concordar que não é exagero.
Bom jogo para todos.
Enfermeiro Washington.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Mais uma dose homeopática de apoio. Enquanto isto, continuamos à míngua, trabalhando em condições insalubres.
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sexta-feira, 7 de junho de 2013
200.000 ACESSOS
Agradecemos aos nossos amigos e seguidores.
Hoje alcançamos a importante marca de 200.000 (Duzentos mil) acessos.
Certamente devemos esta importante marca a cada um de vocês que têm nos ajudado com a divulgação de nosso espaço de lutas em favor da Enfermagem.
Mais do que comemorar, estamos enviando e-mails aos parlamentares para ressaltar a importância da nossa categoria.
Estamos certos de que, após todas as desilusões com a luta das 30 horas, nenhum candidato que não tenha verdadeiro compromisso com a enfermagem ganhará voto de profissionais da nossa categoria.
Quem realmente tem compromisso não fica só no discurso, demonstra isto com requerimentos e pedidos de inclusão do nosso PL 2295/2000 na pauta da ordem do dia.
Obrigado a cada um dos que contribuíram para o sucesso do nosso blog.
Atenção: Inscrições para concurso público no Rio de Janeiro
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
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1.247 vagas
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área da saúde
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R$ 1.341,78 a R$ 2.017,12
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níveis fundamental, médio e superior
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24h, 30h e 32h semanais
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Inscrições: 11 a 20/06
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R$ 40,00 para nível fundamental, R$ 50,00 para médio e de R$ 60,00 para superior.
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nível fundamental: Auxiliar de Imobilização em Ortopedia (10) e Auxiliar de Necropsia (2).
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nível médio/técnico Técnico de Enfermagem (90), Técnico de Laboratório Análises Clínicas (21), Técnico de Laboratório Hemoterapia (2), Técnico de Laboratório Histotécnico (7) e Técnico em Radiologia (29).
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nível superior Enfermeiro (344), Farmacêutico (6), Fisioterapia (11), Psicólogo (8) e Médico nas especialidades de Acupuntura (2), Alergia e Imunologia (2), Anestesiologia (79), Angiologia (2), Cardiologia (10), Cirurgia Geral (29), Cirurgia Pediátrica (2), Cirurgia Plástica (2), Cirurgia Torácica (2), Cirurgia Vascular (12), Clínica Médica (207), Coloproctologia (2), Dermatologia (2), Endocrinologia e Metabologia (2), Endoscopia (2), Gastroenterologia (2), Geriatria (2), Ginecologia e Obstetrícia (35), Homeopatia (2), Infectologia (9), Medicina Física e Reabilitação (2), Medicina Intensiva (28), Nefrologia (4), Neurocirurgia (17), Neurologia (2), Oftalmologia (9), Ortopedia e Traumatologia (40), Otorrinolaringologia (3), Patologia (2), Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (2), Pediatria (62), Pneumologia (2), Psiquiatria (31), Radiologia e Diagnóstico por Imagem (16), Reumatologia (2), Urologia (6), Alergia e Imunologia Pediátrica (2), Cardiologia Pediátrica (2), Endocrinologia e Metabologia Endocrinologia Pediátrica (2), Gastroenterologia Pediátrica (2), Ginecologia e Obstetricia Ultrassonografia (2), Hematologia Pediatrica (4), Infectologia Hospitalar (2), Infectologia Pediátrica (2), Nefrologia Pediátrica (2), Neurologia Pediátrica (2), Pediatria Medicina Intensiva Pediátrica (12), Pediatria Neonatologia (21), Pneumologia Pediátrica (2), Psiquiatria (4), Radiologia e Diagnóstico por Imagem Ultrassonografia Geral (2) e Reumatologia Pediátrica (2).
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Edital: download
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domingo, 2 de junho de 2013
Há vagas no HC: Concursos com edital aberto.
Se você está procurando colocação no mercado de trabalho, tem uma ótima oportunidade.
O Hospital das Clínicas da USP está com diversos editais em curso.
Veja a lista clicando no link abaixo:
VAGAS
Fonte: HC/USP
O Hospital das Clínicas da USP está com diversos editais em curso.
Veja a lista clicando no link abaixo:
VAGAS
Fonte: HC/USP
Isso tem que acabar! HRA - Vítimas de assédio moral praticado pelo gestor de enfermagem ainda esperam providências
Após um mês da reunião com o diretor do Hospital Regional do Agreste (HRA), José Bezerra, enfermeiros ainda aguardam a publicação da portaria que cria a comissão de sindicância que investigará as possíveis infrações cometidas pelo Gestor de Enfermagem, José Rogério, o mesmo havia praticado assédio moral contra colegas subordinados, como também com auxiliares e técnicos de enfermagem.
Essa semana foi colocado nos quadros de avisos dos hospital uma nota de agradecimento, no texto, o gestor algoz da enfermagem, agradece as 208 pessoas que assinaram o abaixo-assinado apoiando a sua luta para se manter no cargo.
O que se comenta nos bastidores é que muitas dessas pessoas que assinaram o documento foram coagidas pelas supervisoras de enfermagem nos seus plantões, o argumento utilizado foi o plantão extra (empenho), quem tinha o benefício poderia perdê-lo se não assinassem, e quem ainda não tinha assinaram na esperança de serem agraciadas.
São mais de 70 empenhos, cada um desses se empenharam em conseguir duas assinaturas de colegas de outras instituições, tem até assinaturas de profissionais que trabalham nos hospitais da rede privada de Caruaru e região.
O fato que mais chamou a atenção foi durante o período eleitoral do Sindsaúde. A chapa 1 encabeçada pelo Assis Tiago foi apoiado pelo gestor de enfermagem e equipe. O apoio levou o Tiago a levar o maior chocolate nas urnas Caruaru, de nada adiantaram as 208 assinaturas do abaixo-assinado conseguidas sob pressão. Quem votou, deu o seu voto livre da coação de suas chefias.
Na nota de agradecimento, o que mais chama atenção dos que leem é a CARA DE PAU do gestor de enfermagem em afirmar que o que foi publicado na internet não passa de calúnia, mas não comenta o relatório protocolados na direção do HRA pelo Conselho Gestor, denunciando supostas irregularidades praticadas por ele.
Comentário do Roberto Marinho
Não sei como classificar a atitude desse rapaz, que ao invés de apresentar queixa crime contra os seus acusadores, prefere ficar dando uma de coitadinho.
A justiça é o único caminho a ser seguido quando uma pessoa se acha afetada em seu ânimo psíquico, moral, intelectual e profissional.
É estranho quando essa pessoa, que se diz prejudicada, não busca os seus direitos.
O que me impressiona é o posicionamento de algumas pessoas em afirmar que não concordam com a postura do gestor de enfermagem, mas também é contra a exposição do assunto na mídia e nas redes sociais. Ora! De que lado essas pessoas estão? Não seria isso um ato de omissão? Ou talvez um simples posicionamento corporativista de colegas que pregam o deixa pra lá?
É esse tipo de posicionamento que tem levado a categoria a não ter o devido respeito. São muitos que preferem ficar calados enquanto outros são massacrados pala tirania e prepotência de chefias que se acham donas da consciência e da razão.
Me envergonho quando escuto alguém dizer: “não concordo com isso, mas não vou me posicionar porque não aconteceu comigo.” Essa pessoa não é digna de está na profissão.
No art. 73 do Código de Ética de Enfermagem nos mostra claramente qual a postura que o um profissional da área não deve ter diante de fatos como esse que vivenciamos no HRA. Vejamos o texto:
Art. 73 – Trabalhar, colaborar ou acumpliciar-se com pessoas ou jurídicas que desrespeitem princípios e normas que regulam o exercício profissional de Enfermagem.
Quando um profissional diz que não tem nada a ver com o que está acontecendo, ele é cúmplice das arbitrariedades praticada contra seus colegas e sua atitude pode se caracterizar em infração ética.
Art. 113- Considera-se Infração Ética a ação, omissão ou conivência que implique em desobediência e/ou inobservância às disposições do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.
Como podemos ver as normas contidas no assentamento jurídico da categoria, não deixam dúvidas quanto à postura a ser adotada pelo profissional da enfermagem.
O que me deixou perplexo foi a posição adotada pela Comissão de Ética de Enfermagem diante do caso, justamente ela que deveria cumprir e faze cumprir as normas, foi a primeira a rasgar o código e fazer valer o achismo como fonte para justificar os seus atos.
Confesso que tudo isso envergonha a categoria e a coloca num patamar inferior ao que merece.
Fonte: A Hora da Renovação
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Simplificação de vistos no Brasil favorece internacionalização da pesquisa
Por José Tadeu Arantes
Agência FAPESP – O processo de intercâmbio cultural e de internacionalização da pesquisa em andamento no Brasil recebeu um importante impulso com a simplificação da concessão de vistos de trabalho para estrangeiros. Pesquisadores, professores universitários e estudantes de pós-graduação terão agora de enfrentar menos entraves burocráticos para atuar no país.
Publicada no Diário Oficial da União em 17 de maio, uma resolução do Conselho Nacional de Imigração (CNIg), órgão colegiado vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego, adotou três medidas simplificadoras: reduziu o número de documentos exigidos para a concessão do visto; autorizou o envio de documentos pela internet; e permitiu que as solicitações de visto sejam analisadas antes da apresentação de tradução juramentada.
Segundo nota do ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, as novas regras permitirão “reduzir em até dois terços o prazo atualmente praticado para emissão de vistos de trabalho”. Além disso, foi criado um cadastro eletrônico das empresas ou pessoas físicas que contratam estrangeiros – que não precisarão reapresentar dados cadastrais a cada nova solicitação.
Outra resolução do CNIg, publicada na mesma data, concede visto temporário de até 90 dias para estudantes de pós-graduação estrangeiros, matriculados no exterior, que venham trabalhar no Brasil durante o período de férias acadêmicas nas instituições de ensino de origem.
As duas iniciativas foram muito bem recebidas na Universidade de São Paulo (USP). Segundo o embaixador Osmar Chohfi, vice-presidente do Conselho Internacional do Programa USP Internacional, as resoluções do CNIg “constituem um passo importante na facilitação do intercâmbio e na simplificação das medidas administrativas para a atração de pesquisadores e professores estrangeiros”.
“Da mesma forma, representam atrativo adicional para que estudantes e pós-graduados estrangeiros se interessem em vir ao Brasil para atividades específicas de pesquisa ou para participar de eventos, durante períodos de curta ou média duração”, afirmou.
Conforme disse o embaixador à Agência FAPESP, “essas medidas contribuem para a implementação mais eficaz de acordos vigentes na área educacional e cultural, tanto dos convênios assinados entre países como dos firmados entre universidades e instituições de pesquisa”.
O Programa USP Internacional foi criado pela Reitoria da Universidade de São Paulo em março deste ano para apoiar o processo de internacionalização que já vinha sendo conduzido pela vice-reitoria executiva de Relações Internacionais e que propiciou a assinatura de cerca de 600 convênios.
A criação do programa ocorre no momento em que a USP consolida posição entre as principais universidades do mundo. Confirmando avaliações positivas ocorridas em anos anteriores, a Universidade de São Paulo ficou entre as 50 melhores universidades em cinco disciplinas no Ranking Mundial de Universidades por disciplinas QS 2013.
“O intercâmbio cultural e a internacionalização da pesquisa constituem uma tendência mundial e também um imperativo do atual momento brasileiro”, observou Celso Lafer, presidente da FAPESP, que também preside o Conselho Internacional do Programa USP Internacional.
Lafer lembra que a FAPESP, em especial, tem atuado de forma vigorosa nesse sentido. Além do fortalecimento de iniciativas anteriores que já possuíam esse viés estratégico, como o Programa Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes e os Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs), entre outras, o novo Programa SPEC (São Paulo Excellence Chairs), que busca estabelecer colaborações entre instituições do Estado de São Paulo e pesquisadores de alto nível radicados no exterior, é uma clara expressão dessa diretriz.
O processo de internacionalização é uma estrada de mão dupla, como enfatizou o embaixador Osmar Chohfi em relação ao Programa USP Internacional. “Temos muito a receber, mas não podemos nos esquecer de que também poderemos oferecer muito em setores onde nos destacamos”, ponderou.
“Reciprocidade é fundamental e nosso intercâmbio deve objetivar tanto a cooperação com o mundo desenvolvido quanto com o mundo em desenvolvimento. América Latina e África são, por exemplo, regiões com as quais podemos cooperar muito significativamente”, disse Chohfi.
Fonte: fapesp
Mestrado em tecnologia e inovação em enfermagem abre inscrições (EERP/USP)
Agência FAPESP – A Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da Universidade de São Paulo (USP) receberá, de 3 a 5 de junho de 2013, inscrições para Mestrado Profissional em Tecnologia e Inovação em Enfermagem. O novo programa de pós-graduação terá início no segundo semestre.
O mestrado profissional foi aprovado em setembro de 2012 pelo Conselho Técnico-Científico da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e tem coordenação das professoras Maria Lúcia do Carmo Cruz Robazzi e Silvia Matumoto da EERP.
De acordo com a ERRP, com 21 vagas disponíveis, o programa tem por objetivo estimular a formação de enfermeiros como mestres qualificados para o exercício da prática profissional avançada e transformadora. Os estudantes serão habilitados para a produção de conhecimentos em tecnologia e inovação no cuidado em enfermagem, gerenciamento e gestão em saúde e enfermagem e no ensino em enfermagem.
Será valorizada a prática e experiência profissional. Os interessados devem se inscrever pessoalmente ou por procuração de segunda a sexta, das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30, na Sala do Serviço de Pós-Graduação da EERP, localizada na Av. dos Bandeirantes, 3900, Ribeirão Preto.
Também serão aceitas inscrições pelo correio com postagem até 3 de junho.
Confira requisitos e documentos necessários no edital do programa disponível em:www.eerp.usp.br/wcms/download/415.
Mais informações: spg@eerp.usp.br e (0XX16) 3602-3394.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Só um debate sério e qualificado pode apontar o que é mais importante para se alcançar o SUS como pensado.
Por que o governo insiste na universalização à custas da mercantilização da saúde?
Sabemos que a luta pela melhoria do Sistema Único de Saúde (SUS) deveria ser um esforço de todos, incluindo governo, iniciativa privada, trabalhadores e população em geral, porém, sabemos que não podemos esperar que a elite retrógrada brasileira rompa com o seu perfil histórico de privilégios e estenda a mão para a saúde universal, integral e com equidade. Portanto, a luta passa a ser uma bandeira apenas de parte do governo, dos trabalhadores conscientes e da população com responsabilidade.
A (re)distribuição profissional forçada por políticas impositivas do governo sofre com ataques constantes desta mesma elite como foi exposto em recente debate que só teve como resultados positivos o debate, a controvérsia, que colocou de um lado os defensores e do outro a elite retrógrada; a formação democrática, que emergiu do próprio debate; a lealdade da base do governo, que chegou a romper com paradigmas da própria ideologia partidária para apoiar ações contestáveis do governo; a valentia da oposição, na maioria das vezes fruto do desejo de retroceder nos pontos onde o governo e os trabalhadores já haviam conseguido evoluir e a responsabilidade de todos os parlamentares, que foram forçados a se posicionarem e demonstrar de modo mais claro de que lado caminham.
Um ponto de convergência entre todos os elementos deste debate é a necessidade de aumentar os volumes de recursos, mas, não é uma questão que determine consenso, pois, não basta ampliar os recursos, é preciso também que sejam definidos onde serão aplicados, e neste sentido, cada elemento deste debate tem um ponto de vista diferente. Cada um defende a aplicação destes recursos de forma mais favorável ao seu ponto de vista. As áreas prioritárias são distintas para os conservadores (elite) e para os revolucionários. Para estes a aplicação fundamental é a atenção básica, a porta de entrada do SUS, com ênfase no Programa Saúde da Família (PSF), as unidades básicas de saúde (UBS) e as medidas de prevenção, enquanto para aqueles é a iniciativa privada, a indústria farmacêutica e o hospitalocentrismo de alta complexidade, os pontos onde os recursos devem ser aplicados.
A Reforma Sanitária não foi capaz de prever a dinâmica e a evolução do desenvolvimento que levaria o SUS à estas encruzilhadas, por que?
A bandeira da saúde, na visão dos reformistas, deveria ser do conjunto da sociedade, que acreditava que, quando se conseguisse isso haveria um reflexo que determinaria influência desde os projetos de lei aprovados no Congresso Nacional, até a qualificação e formação dos servidores públicos que atuam no SUS.
Se as Conferências Nacionais de Saúde já demonstraram com muita propriedade quão eficientes, eficazes e efetivas podem ser as ações determinadas pela implementação de investimentos na atenção básica, através de serviços públicos com servidores de carreira no SUS, muito mais interessante de producente seria para usuários, servidores, governo, população e para a própria nação. Mas a pergunta continua, o que impede a implementação do SUS como pensado?
Um artigo recente na revista Radis aponta um paralelo entre o sistema de saúde e o setor da educação, destacando que hoje em dia o sonho de todo pai e mãe é ter um filho na universidade (pública e gratuita), mas que na área da saúde o sonho é não precisar ser atendido pelo SUS. Porém, este mesmo artigo a autora adverte que deveria ser, porque a saúde não se resume ao atendimento médico, tem a prevenção, a vacinação, a oferta de água e serviço de esgoto.
Não são poucos os especialistas que apontam para a valorização profissional com servidores públicos com carreira estruturada, preparados para o cumprimento de seu papel. Da mesma forma, são muitas as vozes de especialistas que indicam "melhor gestão, investimento forte (não privado) e financiamento contínuo (público e massivo) como instrumentos que ajudarão a solucionar as encruzilhadas que ainda restam para se construir o SUS sonhado pelos sanitaristas, que é copiado, aplaudido e reconhecido internacionalmente.
A universalização é uma das questões que atormentam os defensores, e até os agressores do SUS, especialmente porque é o item que mais aproxima o nosso sus do modelo de sistema de saúde cubana. Entretanto, o sistema cubano foi pensado junto com a construção do próprio Estado cubano, como vemos nas palavras do próprio Fidel:
“Nós mal havíamos começado a pensar na Revolução e ainda no Moncada já estávamos falando dos serviços de saúde, e quando estávamos na Serra Maestra já prestávamos serviços de saúde a toda população com que tínhamos contato, desde os médicos, dentistas e enfermeiros que se incorporavam ao movimento. Isso deve ser uma convicção, um dever elementar dos revolucionários. Mas não somente do ponto de vista moral, também na prática política. Devemos dedicar mais atenção, mais recursos materiais e humanos aos serviços de saúde.”
Certamente uma das questões que mais impede a implementação do nosso SUS é a falta de vontade política de nossos parlamentares e da maioria dos gestores que teimam em manter "marcha à ré" na implantação, gestão, financiamento e investimento na saúde pública baseada na promoção, proteção e prevenção da saúde, enquanto a sociedade iludida pelos falsos resultados imediatos da privatização e da medicina baseada na alta complexidade e no extermínio das carreiras públicas de saúde determinam, teima em aplaudir.
O governo brasileiro, presidido por Dilma Roussef tem feito grande esforço para implantar medidas que contribuam para a universalização, entretanto sofre muita pressão das estruturas mais conservadoras e capitalistas da sociedade brasileira, capitaneadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Médica Brasileira (AMB), universidades privadas, empresas produtoras de medicamentos e equipamentos, entre outros defensores do status quo e do atual modelo hegemônico de saúde no Brasil, em que a saúde não é mais que uma mercadoria.
As disputas e tensões que os sindicatos (dos médicos, dos enfermeiros, de auxiliares e técnicos), de Centrais Sindicais (CTB, Conlutas, CUT, Contuas) e poucos políticos (a maioria originários de movimentos sindicais da saúde) ainda são capazes de imputar parece não incomodar ao Ministério da Saúde, capitaneado pelo algoz ministro Padilha e sua sanha privatista que é copiada e reproduzida pela maioria dos governadores e dos prefeitos de cidade de todas as regiões do Brasil.
O anúncio por parte do Governo de convênio em parceria com Cuba, que prevê a vinda de 6 mil profissionais da medicina desse país para trabalhar fundamentalmente em 3 áreas do Brasil: sertão nordestino e Amazônia brasileira; Vale do Jequitinhonha; periferia das grandes cidades causou um furor revanchista por parte dos "donos" da saúde brasileira que levou a discussão para a mídia, o que foi um "tiro no pé" da própria elite conservadora capitalista que acreditava ser capaz de impedir a abertura do mercado de trabalho para profissionais de outros países, mas tudo o que conseguiu foi determinar que outras nações assoladas pelo desemprego determinada pela crise capitalista mundial se interessassem pela possibilidade de firmar convênios nas mesmas condições. O convênio que tem como objetivo “interiorizar” o acesso à saúde no país passou a ser o alvo dos retrógrados setores da saúde.
Infelizmente os Profissionais na Atenção Básica não têm recebido a atenção que merecem e, na maioria dos casos são contratados pelo regime CLT ou de forma precarizada, comprometendo o desenvolvimento de uma carreira decente. Ao mesmo tempo, o governo federal tem reduzido sistematicamente os gastos do orçamento nacional destinado à área da saúde, além de promover uma progressiva entrega dos serviços e da infra-estrutura pública da saúde à iniciativa privada, através de parcerias público privadas como as Organizações Sociais de Saúde (OSS) - presentes naos serviços municipais de saúde, especialmente na atenção básica; as Fundações Estatais de Direito Privado (FEDPs) - presentes nos serviços de saúde do estado como os postos de saúde e hospitais estaduais, as Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs) - especialmente na gestão hospitalar das esferas municipais, estaduais e federais e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) - que concentra a gestão dos hospitais universitários.
Tudo isto determina a precarização dos serviços e do acesso à saúde de grande parte da população, além de consentir a privatização dos serviços, dos setores de pesquisas e da própria infra-estrutura pública, ocasionando uma mudança da lógica de modo a gerar lucro, especialmente pela retirada dos direitos trabalhistas dos profissionais da saúde.
Além desses ataques, o Governo federal, através de orientações do Ministério da Saúde aprovou diversos subsídios estatais para os planos privados e empresas de seguro saúde. Certamente estas medidas são ataques violentos que tendem a impedir o funcionamento harmonioso do sistema através da precarização da porta de entrada que é a atenção primária. Assim, a atenção integral em saúde fica comprometida, uma vez que afunila o já estreito gargalo entre a atenção primária e os demais níveis de atenção em saúde.
Por fim, resta aos trabalhadores, especialmente aqueles da saúde básica, uma forma de contratação precarizada e a desmotivação, enquanto que aos profissionais da atenção especializada restará uma competição a cada vez mais acirrada em um espaço concentrado nos setores privados.
Será então que o SUS dos nossos sonhos, modelo internacional de universalização e produto de grandes e intensos debates, de defesas qualificadas e apaixonadas de sanitaristas não irá jamais acontecer?
A universalização passa necessariamente pela interiorização da saúde no país. Certamente a importação de profissionais, seja de Cuba, seja da Europa, não resolverá a questão, pois sua atuação será passageira e pontual, especialmente nos espaços onde nenhum profissional brasileiro deseja trabalhar em virtude da precariedade das condições de trabalho, mantendo inalterada a estrutura baseada no controle do complexo médico-industrial e farmacêutico da saúde, em que a existência do setor público serve como alicerce para a acumulação privada de capitais na área, potencializada por uma profunda cisão entre a atenção básica de saúde e os demais níveis de especialização.
Uma simples análise da estrutura de formação dos recursos humanos para a saúde nos mostrará que há uma tendência ao privilégio das universidades particulares, reflexo dos caminhos trilhados pelo sistema nacional de saúde, em que a formação dos profissionais da saúde é hegemonicamente voltada para a saúde como mercadoria e para os interesses do complexo médico-industrial e farmacêutico e das grandes empresas da educação, em especial aquelas de nível superior no Brasil.
O que mais nos estarrece é perceber, com uma simples análise dos dados disponíveis no Ministério da Educação que até mesmo nas universidade públicas há uma tendência de reprodução desse modelo hegemônico. Basta observar a ênfase nas disciplinas ligadas à atenção especializada com uso de tecnologias complexas e o desleixo com as disciplinas relacionadas à atenção básica e à Saúde Pública. Assim, estamos convictos de que, com base nesses elementos, não resta dúvidas de que o projeto de levar médicos para o interior do país não tem qualquer relação com uma política substancial que possa modificar o modelo de saúde do país e permitir uma atenção integral a toda população brasileira, isto é, a Universalização.
Para alcançar nosso objetivo, isto é, mudar estruturalmente as bases do Sistema Único de Saúde, é essencial pensar a saúde partindo de um prisma societária dos trabalhadores (especialmente dos servidores públicos) e dos seguimentos explorados (especialmente usuários) na sociedade capitalista. O caráter mais necessário e de maior valor para a edificação de uma sociedade sem exploradores e explorados, é essencialmente uma construção mais coletiva e de trabalhadores fundamentalmente livres e empoderados.
Vale ressaltar que a nossa Carta Magna determina o princípio da universalidade do direito à saúde, e que isto deve ser assegurado pelo Estado à todos e todas de forma equitativa e integral.
Por que então ainda temos que suscitar debates como este?
Estaríamos perdendo a batalha para a poderosa economia neoliberal?
Enfermeiro Washington.Ms. Enfermagem.
Esp. em Enf. do Trabalho.
Esp. em Saúde da Família.
Esp. Saúde Pública.
Enfermeiro Obstétra.
DVST / SIASS / PR-4
UFRJ / MEC
Enfermeiro
SMSDC / PMRJ
Coordenador Geral do SINTUFRJ gestão 1012/2014.
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terça-feira, 14 de maio de 2013
Concurso para o Corpo de Saúde com vagas para Enfermagem
Concurso Público para ingresso no Corpo de Saúde (CP-CSM-CD-S) - 2013
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Concurso para Docente de Enfermagem
Departamento de Enfermagem da Unesp de Botucatu seleciona docente
Agência FAPESP – O Departamento de Enfermagem da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), no campus de Botucatu, abrirá no dia 16 de maio as inscrições de um concurso para a contratação de um professor assistente doutor para lecionar a disciplina Enfermagem Ginecológica, Obstétrica e Neonatal.
O regime de trabalho é o de dedicação integral à docência e à pesquisa, com uma jornada de 40 horas semanais, e o salário é de R$ 8.715,12. Caso o candidato tenha o título de livre-docente, o salário vai para R$ 10.390,17.
Podem se inscrever graduados em Enfermagem que tenham, no mínimo, título de doutor. Candidatos estrangeiros também são aptos a concorrer ao posto.
Referência em ensino, pesquisa e extensão, a Faculdade de Medicina de Botucatu oferece cursos de graduação em Medicina Humana e Enfermagem, 39 programas de residência médica, 52 de aprimoramento profissional e nove programas de pós-graduação stricto sensu. Na graduação, segundo o site da instituição, há 90 vagas para o curso de Medicina e 30 para o de Enfermagem.
As inscrições para o concurso serão recebidas, em dias úteis, entre 16 de maio e 14 de junho, na Seção Técnica de Comunicações da Faculdade de Medicina de Botucatu, no distrito de Rubião Junior, s/nº.
Informações pelo telefone (14) 3880-1110. O edital pode ser conferido aqui.
Semana de Enfermagem. Comemorar o quê?
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