Salário digno para os profissionais de Enfermagem

Projeto de Lei 2573/2011, que fixa pisos salariais para Enfermeiros, Técnico de Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem e Parteiras. Altera Lei 7.498/86, que regulamenta o exercício da Enfermagem. Projeto de Lei 4924/2009, que fixa pisos salariais para Enfermeiros, Técnico de Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem e Parteiras. Altera Lei 7.498/86, que regulamenta o exercício da Enfermagem.

sábado, 16 de julho de 2011

Começou cadastramento para meia passagem para universitários (COTISTAS E PROUNI) do Rio de Janeiro

Começou nesta sexta-feira (15), o cadastramento para o Bilhete Único Universitário do Rio, que vai beneficiar 30 mil estudantes cotistas e bolsistas do Programa Universidade Para Todos (ProUni).

Com o bilhete único os alunos vão pagar meia passagem nos ônibus municipais, a partir do dia 1º de agosto. Os beneficiados podem agendar, no site: www.cartaoriocard.com.br/prouni, o atendimento para obter o Bilhete Único Universitário. 

A RioCard já recebeu a relação de alunos beneficiados por cotas da UFRJ e da UERJ e espera apenas a relação de alunos que fazem parte do Programa Universidade para Todos - ProUni - no município. 

No site, ao informar seus dados, o aluno irá localizar seu cadastro e agendar dia, hora e local para entregar sua documentação. O aluno cujo nome ainda não estiver relacionado poderá informar seus dados e e-mail para ser avisado assim que o seu processo estiver liberado.

Na ida ao posto, o estudante deverá apresentar carteira de identidade, cartão do CPF, comprovante de residência, comprovante de matrícula em instituição de ensino superior situada no município do Rio de Janeiro e carteira de identificação estudantil (CIE) emitida pela UNE ou pela UEE-RJ.

O cartão será entregue dois dias úteis depois de solicitado no mesmo posto em que a documentação foi apresentada.

Veja a relação de postos:

Bangu: Shopping Bangu. Rua Fonseca 240, 2º piso. 
Barra da Tijuca: Terminal Rodoviário Alvorada - Avenida das Américas, sem número
Botafogo: Rua Dona Mariana 48, Secretaria Municipal de Transportes 
Central Brasil: Rua Cristiano Otoni s/nº, subsolo 
Centro: Rua da Assembleia 10, subsolo, loja C 
Madureira: Terminal Rodoviário – Praça Armando Cruz, s/nº 
Jacarepaguá: Estrada do Gabinal 313, Loja 270-A 
Ilha do Governador: Rua Orçadas 435, Jardim Carioca

Governo federal construirá 9 (nove) unidades de saúde no estado do Rio de Janeiro

O Ministério da Saúde autorizou, no dia 14, a liberação de R$ 2,8 milhões para a construção de nove Unidades Básicas de Saúde (UBS) na Região Serrana do estado do Rio.

Serão contemplados sete municípios (Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, Teresópolis e Areal). A construção de novas UBS reforça a estratégia adotada pelo governo federal de reestruturar e fortalecer a atenção básica no país.

Os recursos variam de R$ 200 mil a R$ 733 mil, de acordo com o tamanho de cada UBS e quantidade de Equipes de Saúde da Família (ESF) que a unidade é capaz de abrigar. Os valores são transferidos diretamente do Fundo Nacional de Saúde para o Fundo Estadual do RJ.

A Região Serrana foi castigada por fortes chuvas no início deste ano. O município de Bom Jardim será contemplado com R$ 733 mil para a construção de duas UBS. São José do Vale do Rio Preto também receberá duas unidades e o valor de R$ 400 mil. Os cinco demais municípios Nova Friburgo, Petrópolis, Sumidouro, Teresópolis e Areal serão beneficiados com a construção de uma UBS.

As novas UBS servirão de base para que equipes de saúde da família realizem o atendimento à comunidade. O governo federal tornou prioridade a atenção básica com o fortalecimento da Estratégia Saúde da Família que se tornou a principal porta de entrada dos cidadãos no Sistema Único de Saúde (SUS). As ESF têm a responsabilidade de ofertar uma atenção integral desde a promoção da saúde, prevenção de doenças, recuperação da saúde, acompanhamento em casos de doenças crônicas até a atenção e encaminhamento de urgências.

fonte: pcdobrj.org.br

Nova sede do INTO/MS no Rio de Janeiro deve ser inaugurada em agosto de 2011.

Quase dois anos depois da previsão inicial de entrada em funcionamento, a nova sede do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO) deve ser inaugurada em cerca de um mês. A nova data, anunciada no dia 13 pelo coordenador de unidade hospitalar do instituto, Naasson Cavanellas, é 19 de agosto.

A nova sede do INTO vai funcionar no edifício que, por três décadas, abrigou o Jornal do Brasil. O endereço é considerado estratégico porque está localizado na Avenida Brasil, uma das principais vias expressas da cidade, na zona portuária. 

De acordo com ele, a fase atual é de finalização da equipagem do novo prédio. O coordenador destacou que a mudança será gradativa e só no ano que vem a unidade estará em pleno funcionamento no novo endereço.

“Estamos nos últimos afazeres para equipar o hospital. A mudança vai acontecer de forma gradual, porque mudar um hospital de um lugar para outro é difícil e complicado. Pelo nosso planejamento, inicialmente vamos transferir os setores de ambulatório e de reabilitação. Em seguida e aos poucos vamos mudar o centro cirúrgico”, explicou.

Segundo Cavanellas, além de ocupar um novo espaço, o INTO também vai adotar um conceito de atendimento mais moderno. O objetivo é que o paciente seja atendido e observado por uma equipe multidisciplinar, que vai além da ortopedia, incluindo psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, enfermeiros entre outros.

Para o coordenador de unidade hospitalar do instituto, a modificação vai resultar em um atendimento mais completo, que pode ampliar as possibilidades de diagnosticar corretamente os problemas dos pacientes e tratá-los de maneira mais eficaz. Ele ressaltou, no entanto, que para fazer toda essa estrutura funcionar com eficiência seriam necessários pelo menos mais 300 profissionais de diversas especialidades, como cardiologistas, endocrinologistas, neurologistas, pediatras, anestesistas e enfermeiros. Mas, como não há previsão de concurso público, essas vagas teriam que ser preenchidas por meio de contratações temporárias.

Enfermeiro Washington - Somos completamente contra esta forma de contratação. Servidor público tem que ser concursado, ter estabilidade e trabalhar sem preocupar-se com possíveis demissões em caso de mudança de direção ou de governo.

“Vamos tentar negociar com o Ministério do Planejamento para estudar a possibilidade de também aumentar as remunerações, que ainda são ruins”, afirmou, acrescentando que para este tipo de contratação os médicos do INTO recebem, atualmente, R$ 2.200 por uma jornada semanal de 20 horas.

Naasson Cavanellas informou que com as novas instalações deve triplicar o número de cirurgias e de consultas ambulatoriais. A quantidade de leitos também será duplicada, passando para 305, sendo 48 para Centro de Tratamento Intensivo (CTI). Além disso, os consultórios, que no endereço atual, na rua Washington Luis, 61 - Lapa - região central do Rio de Janeiro, somam 15, no novo prédio, serão 64.

O coordenador acredita que com essa ampliação no atendimento será possível reduzir um pouco a fila de pacientes que aguardam por uma cirurgia ortopédica, estimada em 20 mil pessoas de todo o país.

O prazo de início de funcionamento do hospital era 2009. Mas, de acordo com a equipe do INTO, houve imprevistos durante a reforma e atrasos na entrega de equipamentos. 

Fonte: Agência Brasil - Com grifos nossos.

Vagas Urgentes Enfermeiro Chefe

Cargo: Vagas Urgentes Enfermeiro Chefe
 
Local: Rio de Janeiro – RJ
 
Luandre Consultoria em Recursos Humanos seleciona para empresa de serviços de saúde:
 
(Dicas do Vagas Urgentes: Faça um currículo de acordo com a sua realidade e consiga sua entrevista de emprego)
 
Enfermeiro – Chefe
 
Ensino Superior Completo em Enfermagem
 
Experiência sólida com gestão de equipe de enfermeiros e médicos .
 
Atividades : Irá ficar alocado no cliente ,irá efetuar a gestão da equipe ,controle de escalas,treinamento e controles administrativos .
 
Fácil acesso ao Centro do Rio de Janeiro
 
 
A empresa oferece :
 
Salário ( R$ 2000,00) + Benefícios ( VT+VR+AM+AO)
 
 
Interessados devem enviar o currículo para o e-mail: flavia.egypto@luandre.com.br, 
colocando Enfermeiro chefe VG URG no assunto.

Não bastasse a similaridade com a história do meu pai e mestre. Além de tudo ele era Botafoguense, perfeito, não?

Homenagem aos 100 Anos do Brigadeiro Francisco Teixeira


Brigadeiro Teixeira será homenageado no dia 25 de julho, às 18 horas, no 9º andar da Associação Brasileira de Imprensa-ABI, na Rua Araújo Porto Alegre, 71, Centro-RJ.

O Major Brigadeiro Francisco Teixeira, oriundo da Aviação Naval, foi um exemplo de amor à Pátria e à Ordem Legal Vigente, até a data do Golpe Fascista de 1964, em que rasgou a Constituição Federal, traiu o juramento militar;no que diz respeito à Constituição na defesa do território da Soberania Nacional e das autoridades constituídas, tendo, por isso, sido preso e excluído do serviço ativo, junto com todos os militares legalistas e nacionalistas da época.

Por ter se rebelado ao golpe militar, o Brigadeiro Teixeira foi perseguido de forma infame, até sua morte, nos deixando um legado de honestidade e integridade pessoal e de respeito à Pátria.




Após a cerimônia será servido um coquetel no saguão.

Apoio: Associação Brasileira de Imprensa-ABI, Associação Democrática Nacionalista de Militares - ADNAM, Associação dos Engenheiros da Petrobrás -AEPET, O Movimento em Defesa da Economia Nacional -MODECON e o Clube de Engenharia.

Concurso para o COREN MT Fiscal com salário de R$ 2. 257,59

O COREN-MT lança edital de concurso público para preenchimento de vagas efetivas e formação de cadastro de reserva em seu quadro de pessoal, para as cidades de Aguá Boa, Barra do Garças, Cáceres, Cuiabá, Juína, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra.
Cargo: Auxiliar de Serviços Gerais - Nível Fundamental
Vagas: 12 vagas para Cuiabá
Salário: R$ 600,00 + Benefícios
Cargo: Auxiliar Administrativo - Nível Médio
Vagas: 151 vagas para Aguá Boa, Barra do Garças, Cáceres, Cuiabá, Juína, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra
Salário: R$ 750,00 + Benefícios

Cargo: Motorista - Nível Médio
Vagas: 12 vagas para Cuiabá
Salário: R$ 750,00 + Benefícios
Cargo: Técnico em Informática - Nível Médio
Vagas: 12 vagas para Cuiabá
Salário: R$ 1.100,0 + Benefícios
Cargo: Administrador - Nível Superior

Vagas: 12 vagas para Cuiabá
Salário: R$ 2.257,59 + Benefícios
Cargo: Advogado - Nível Superior
Vagas: 12 vagas para Cuiabá
Salário: R$ 2.257,59 + Benefícios
Cargo: Analista Administrativo - Nível Superior

Vagas: 12 vagas para Cuiabá
Salário: R$ 2,257,59 + Benefícios
Cargo: Analista de Sistemas - Nível Superior

Vagas: 12 vagas para Cuiabá
Salário: R$ 2,257,59 + Benefícios
Cargo: Contador - Nível Superior

Vagas: 11 vagas para Cuiabá
Salário: R$ 2,257,59 + Benefícios
Cargo: Comunicador Social - Nível Superior

Vagas: 11 vagas para Cuiabá
Salário: R$ 2,257,59 + Benefícios
Cargo: Enfermeiro Fiscal - Nível Superior

Vagas: 35 vagas para Cuiabá
Salário: R$ 2,257,59 + Benefícios
Cargo: Secretário Executivo - Nível Superior

Vagas: 11 vagas para Cuiabá
Salário: R$ 2,257,59 + Benefícios.
Taxa de Inscrição: R$ 25,00, R$ 35,00, R$ 40,00 e R$ 50,00.
Período de Inscrições: das 10 h de 15/07 às 12 h de 16/09/2011
Data de Prova: 25/09/2011 às 14h


Para inscrever-se click AQUI

Piso salarial uma questão de respeito ao profissional de Enfermagem.


PISO SALARIAL PARA A ENFERMAGEM DO MARANHÃO

A deputada estadual, enfermeira Valéria Macedo (PDT), apresentou na quarta-feira, 13/07 um Projeto de Lei instituindo piso salarial para Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, além de jornada de trabalho de 30 horas semanais em todo o Estado do Maranhão.

Segundo o projeto, “o piso salarial ou vencimento base para enfermeiros que sejam servidores públicos regidos por regime estatutário ou institucional, por regime especial de contratação temporária para atender necessidades de excepcional interesse público ou mesmo empregados, que não o tenham definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho, para uma jornada de seis horas diárias e trinta horas semanais, deverá ser de R$ 2.500 (dois mil e quinhentos reais)”.

Já o piso salarial ou vencimento base para auxiliares e técnicos em enfermagem, com carga horária de seis horas diárias e trinta semanais, será de 50% para o Técnico de Enfermagem e 40% para o Auxiliar de Enfermagem, ou seja, R$ 1.250,00 e R$ 1.000,00, respectivamente.

A deputada propõe ainda em seu projeto que o piso salarial profissional estadual dos enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem seja atualizado anualmente, no mês de janeiro, pelos índices oficiais de inflação registrados no ano anterior mais o crescimento nominal do Produto Interno Bruto – PIB do Estado do Maranhão do ano anterior, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Caso o projeto seja aprovado, os municípios do Maranhão deverão elaborar ou adequar seus Planos de Carreira e Remuneração dos Enfermeiros, Técnicos de Enfermagem e Auxiliares de Enfermagem no prazo de até 12 (doze) meses da publicação da lei. “Os impactos financeiros decorrente da aprovação desta proposição são plenamente justificáveis, frente aos benefícios para a saúde da população, pois é inestimável a contribuição dos enfermeiros, técnicos e auxiliares em enfermagem que dão todo dia para saúde pública e privada do Maranhão”, justifica a parlamentar.

Segundo Valéria os valores são estabelecidos para uma carga horária de 30 horas semanais, o que é uma luta da categoria de enfermeiros em todo o país. O projeto prevê ainda que os valores estabelecidos sejam reajustados por índices oficiais e acrescidos do crescimento do PIB maranhense, segundo dados do IBGE.

O projeto, segundo a parlamentar pedetista, leva em conta a preocupação com relação aos profissionais da área da saúde, em especial os da enfermagem, técnicos e auxiliares por conta dos baixos salários recebidos, por falta de uma legislação própria, que induzem a uma carga de trabalho excessiva e em vários locais de trabalho, para atender suas necessidades básicas de sobrevivência.

“Uma verdadeira maratona a que se submetem os enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem se reflete, negativamente, na qualidade do serviço prestado à população maranhense”, asseverou Valéria, lembrando que a instituição do piso salarial dos profissionais de Enfermagem, é uma luta nacional, tendo à frente o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen/DF) e aqui no Maranhão o Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (Coren/MA), que entende esta como uma ferramenta de valorização e fortalecimento da categoria, sendo de anotar que na Câmara Federal tramita o projeto de lei nº 4.924, que dispõe sobre a implementação do piso salarial dos enfermeiros, técnicos de enfermagem e auxiliar de enfermagem de todo o Brasil, com proposta de valor de R$ 4.650,00.

“A proposta aqui é de R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais), e 50 e 40 por cento deste valor, respectivamente, para técnicos em enfermagem e auxiliares de enfermagem, devidamente inscritos no órgão corporativo”, informa.

Do ponto de vista constitucional Valéria garante que seu projeto está de acordo com a Constituição Estadual que no seu art. 206, ordenando que, “como integrante do Sistema Único de Saúde, cabe ao Estado a organização e a defesa da saúde pública, por meio de medidas preventivas e da prestação de serviços necessários”. “Quanto a isso estou tranqüila, pois cabe ao Estado do Maranhão organizar a defesa da saúde pública como o preconiza a Carta Maranhense no seu art. 206”, conclui Valéria.


A deputada disse que a questão do piso dos professores foi levada ao Supremo Tribunal Federal e este reconheceu sua constitucionalidade, assentando que não é privativa do Executivo à iniciativa. No caso do piso dos professores a iniciativa se deu no Senado com o Senador Cristovão Buarque.

Valéria lembrou ainda que recentemente a Assembléia do Estado do Rio de Janeiro aprovou projeto neste mesmo sentido, incluindo inclusive outras categorias.

Ainda ontem, Valéria também deu entrada em Requerimento na Assembléia solicitando que a Comissão Permanente de Saúde, da qual ela é a vice-presidente, realize uma audiência pública com a participação dos profissionais de enfermagem e do Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (Coren/MA), a realizar-se as 10:00h do dia 04/08/2011 para que sejam ouvidas pública e oficialmente, as referidas categorias profissionais sobre o projeto em tramitação e outras questões da categoria, em todo o Estado do Maranhão e no Brasil. “Precisamos trazer essa discussão para dentro da Casa do Povo, pois sem enfermeiros, técnicos e auxiliares não é possível fazer saúde pública ou privada”, finalizou.


Fonte: COFEN

Encontro de Enfermagem do Nordeste - Oportunidade de se conhecer novos processos de trabalho.


ENFNORDESTE EM PERNAMBUCO

Mensagem de Boas VindasÉ com enorme satisfação que Pernambuco realiza o 21º Encontro de Enfermagem do Nordeste (ENFNORDESTE) que ocorrerá no período de 08 a 10 de setembro de 2011 no Centro de Convenções em Olinda. O ENFNORDESTE caracteriza-se por ser um evento da ABEn para discussões e propostas na perspectivas de crescimento e fortalecimento da enfermagem da Região Nordeste.

O tema “Processo de trabalho e inovação do cuidado em enfermagem” será amplamente discutido na programação científica por meio de conferências, mesas redondas, painéis e abordagem em pôster. A programação social traz o carinho especial do povo Pernambucano exaltando a sua cultura por meio de atividades artístico-cultural, entendendo que o momento é científico porém, aproveita para confraternização entre os membros da associação e da sociedade.

Neste período Pernambuco vivencia a abertura do verão com vários pólos instalados em suas praias de águas mornas, alegrando ainda mais a nossa gente. Venham participar, divertir-se e confraternizar-se neste encontro, pensado na construção da ciência e programação social onde preservamos as tradições como: frevo em Olinda, o caboclo de lança de Nazaré da Mata, os Papangus de Bezerros, o maracatu e etc...

As cidades irmãs, Recife e Olinda oferecem aos visitantes através das suas paisagens a transformação histórica entre o antigo e o moderno.

A comissão organizadora Pernambuco e especialmente a cidade de Olinda e Recife agradecem a sua vinda e desejam a você um excelente encontro e uma maravilhosa estada em nossas acolhedoras cidades.

COMISSÃO ORGANIZADORA
Fonte: ABENPE

SECRETARIA DE SAÚDE DO RECIFE AMEAÇA PUNIR AUXILIARES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM VACINADORES POR BAIXA COBERTURA VACINAL - VAMOS DIZER NÃO A MAIS ESTE DESMANDO CONTRA NOSSOS COLEGAS!



Auxiliares e Técnicos de enfermagem lotados na secretaria de saúde do Recife são ameaçados de punição se continuar baixa a cobertura vacinal. A secretaria de Saúde do Recife através do Distrito Sanitário IV fez ameaças aos profissionais auxiliares e técnicos de enfermagem. Segundo CI 1172/2011 o Município do Recife tem apresentado estatísticas abaixo das metas estabelecidas pelo Ministério da Saúde- MS, em função disto a partir de julho todos os vacinadores serão responsáveis pela cobertura vacinal de sua área, e a subnotificação bem como a permanência de baixa cobertura , estarão sujeitos a punições.

A secretaria de Saúde do Recife não pode responsabilizar apenas os Auxiliares e Técnicos de enfermagem por um trabalho que envolve toda uma equipe; Equipe essa que é composta por vários profissionais segundo a portaria 648/06. Bem como é inaceitável a busca de resultados satisfatórios cobertura vacinal, usando de ameaças. na verdade precisamos fazer um esforço conjunto para busca desses resultados, primeiramente investindo em capacitação profissional, envolvimento dos demais membros da equipe, informatização das unidades de saúde, reestruturando das mesma, como também a realização de concursos público, para preencher as vagas em aberto.

Fonte: SATENPE

SATEMRJ MANIFESTA REJEIÇÃO AO PROJETO DE LEI QUE FIXA CARGA HORÁRIA DOS TÉCNICOS E AUXILIARES EM 40 HORAS SEMANAIS

Como é do conhecimento de toda a categoria, está havendo grande dificuldade de se votar o PL 2295/2000, que regulamenta a jornada de trabalho de 30 horas semanais para a Enfermagem Brasileira.

No apagar das luzes, o PL 06813/2010, oriundo do Senado Federal, foi protocolado na Câmara Federal em 11/02/2010, para, em caráter de URGÊNCIA, aprovar a jornada de trabalho de 40 horassemanais para os auxiliares e técnicos em enfermagem em âmbito nacional. Além disso, o PL estipula um piso salarial nacional de R$ 680,00 para os técnicos e de R$ 520,00 para os auxiliares de enfermagem.

Ao tomar conhecimento desse desastroso projeto de lei no dia 1º de junho de 2011, o SATEMRJ encaminhou documento ao Deputado Federal Rogério Carvalho (PT/SE) e aos demais membros deputados da Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), no qual solicitou-lhes o arquivamento do nocivo projeto pelo fato de ele contrariar o PL 2295/2000, que visa a assegurar a jornada de 30 horas semanais para os Auxiliares de Enfermagem, Técnicos em Enfermagem e Enfermeiros.

NÃO PODEMOS DE FORMA ALGUMA NOS CALAR DIANTE DO “GOLPE” QUE QUEREM DAR EM NOSSA CATEGORIA!

Solicitamos a todos os colegas (ENFERMEIROS, TÉCNICOS, Auxiliares de Enfermagem e Parteiras) que encaminhem email para o Relator do PL 06813/2010, bem como para todos os Deputados Federais membros da Comissão de Seguridade Social e Família, requerendo com a máxima urgência o arquivamento do famigerado Projeto, por meio do endereço eletrônico cssf@camara.gov.br .

Fonte: enfermagempernambucana.blogspot

APÓS TER SIDO IMPEDIDO DE FISCALIZAR HOSPITAL, COREN PE INICIA FISCALIZAÇÃO ESCOLTADO POR AGENTES DA POLÍCIA FEDERAL E CONFIRMA DENÚNCIAS

A presidente do Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco, Célia Arribas, esteve na manhã de 13/07, no Hospital do Câncer de Pernambuco, com a equipe de fiscalização, que precisou contar com o apoio de dois agentes da Polícia Federal.


A equipe do Coren havia sido impedida, pela diretoria do hospital, de realizar o seu trabalho no dia 04 de julho.
A diretoria do HCPO alegou que a visita teria que ser agendada.(Como é que pode uma fiscalização agendada?).
Hoje com a equipe de fiscalização, o Procurador geral e os agentes federais o COREN comprovou as denúncias e vai entra hoje ainda com uma ação civil pública para que o Hospital tome providências.
As irregularidades encontradas foram as seguintes: técnicos e auxiliares realizando procedimentos de aplicação de quimioterápicos quando, de acordo com a resolução 210/98, essa é uma atribuição privativa dos enfermeiros.
Também foi constatado que o quadro de auxiliares, técnicos e enfermeiros está abaixo do ideal.
Um agravante para o caso é o fato de que o Hospital já havia sido notificado pelo COREN, em 2009, por motivos semelhantes.
A equipe do Coren e a Polícia Fedaral foram recebidos pela Responsável técnica e pelo advogado do HCP, Tiago Cavalcanti.
O diretor técnico do Hospital do Câncer de Pernambuco, o médico Severino Santana, que proibiu a entrada do Coren na semana passada, não estava presente. Aliás, o COREN deu entrada a uma representação contra ele junto ao Cremepe na última sexta-feira.


A diretoria do HCPO alegou que a visita teria que ser agendada, quando, o ato fiscalizatório não é condicionado, por lei, a ser realizado através de agendamento.


Hoje, a equipe de fiscalização do Conselho, composta pela coordenadora, Giovana Mastrangeli e Fernanda Cerqueira, responsável pelo setor de denúncias, juntamente com os agentes federais, adentrou na unidade e comprovou as denúncias indicadas.


As irregularidades encontradas foram: técnicos e auxiliares realizando procedimentos de aplicação de quimioterápicos quando, de acordo com a resolução 210/98, essa é uma atribuição privativa dos enfermeiros. Quadro de auxiliares, técnicos e enfermeiros abaixo do ideal.


O Coren-PE, através de seu procurador geral, Paulo Azevedo, entrou no dia 13/07 com uma ação civil pública para que o Hospital tome as devidas providências. O procurador já havia dado entrada no Cremepe, na sexta-feira 08/07 com uma representação contra o médico Severino Santana, que proibiu a entrada do Conselho nas dependências do hospital.


O hospital do Câncer de Pernambuco já havia sido notificado pelo COREN, em 2009, por motivos semelhantes.


A equipe do Coren e a Polícia Federal foram recebidos pela Responsável Técnica, Maria do Socorro da Silva e pelo advogado do HCP, Tiago Cavalcanti. O diretor técnico do Hospital do Câncer de Pernambuco, o médico Severino Santana, não estava presente.


Fonte: COREN PE

A SAÚDE NO BRASIL ESTÁ NAS MÃOS DA INICIATIVA PRIVADA


A maior parte da infraestrutra da saúde no país está nas mãos da iniciativa privada. Dos cerca de 6,3 mil hospitais, 69% são particulares e destinam apenas 38% de seus leitos para o SUS. As informações foram apresentadas dia 29 de junho, durante o seminário "A Saúde dos Brasileiros", realizado na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo - USP. O evento discutiu os seis artigos publicados na edição de maio da revista britânica The Lancet. Foi a primeira vez que uma prestigiada revista internacional da área de medicina dedicou um volume especial para abordar a situação da saúde no Brasil.





A autora do estudo é Célia Maria de Almeida, pesquisadora e coordenadora do Programa de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - ENSP/Fundação Oswaldo Cruz. Co-autora de um dos capítulos do volume, ela falou sobre o sistema de saúde. Em sua avaliação, há muitas conquistas estabelecidas nos últimos anos no Brasil. Ela citou aspectos como o aumento na cobertura e a descentralização da gestão garantida com o SUS. Destacou, ainda, o aumento do acesso da população aos serviços, da consciência de que a saúde é um direito de todos e dos recursos humanos e tecnológicos em todo o sistema.






No entanto, ainda há muitas contradições. "Houve um aumento expressivo do setor privado, que foi estimulado pelos governos por meio de incentivos fiscais e de financiamento", disse. "Entre os obstáculos que temos pela frente está aumentar o financiamento federal da saúde, elevando assim investimentos em infraestrutura." Segundo ela, no Brasil, são poucos os hospitais que oferecem mais de 400 leitos. E a maioria deles está localizada nas regiões Sul e Sudeste. Nessas regiões, há também maior concentração de serviços de mamografia, aparelhos de raios-X, tomógrafos, ressonância magnética e ultrassom; a maioria instalada no setor privado.






O sistema de saúde brasileiro é, na visão de Célia, uma intrincada rede pública e privada, na qual o setor público subsidia o privado ao mesmo tempo em que investe pouco no setor como um todo. Em compensação, o SUS conseguiu melhorar amplamente o acesso à atenção básica e de emergência, atingir uma cobertura universal da vacinação e da assistência pré-natal e investir fortemente na expansão dos recursos humanos e tecnológicos, esforçando-se para fabricar os produtos farmacêuticos essenciais ao país.






Entre 1981 e 2008, a busca por atendimento na atenção básica (como postos de saúde) cresceu 450%. No mesmo período, a procura por consultas em ambulatórios hospitalares caiu de 21% para 12% da população. Ela destacou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - Samu, presente em 1.150 cidades brasileiras, cobrindo 55% da população, assegurando 74% da assistência domiciliar de emergência. Os desafios, segundo Célia Maria, estão relacionados a questões políticas, econômicas e tecnológicas que garantam a sustentabilidade do SUS.




Fonte: CNTS

A SAÚDE PÚBLICA DE SÃO PAULO TÁ ENTREGUE AO CAPITAL: AGORA HÁ ÁREA VIP EM HOSPITAIS PÚBLICOS

A partir de agosto, Organizações Sociais (OS) que administram hospitais públicos paulistas deverão ser ressarcidas pelo atendimento realizado com pacientes conveniados a planos de saúde. Um decreto do governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) – que instituiu, nesta semana, a polêmica lei aprovada pela Assembléia Legislativa, no final de 2010 – permite que até 25% dos leitos dessas instituições sejam utilizados por estes pacientes.

Com a norma, especialistas acreditam que o governo tucano esteja estabelecendo uma “dupla porta” nos hospitais da rede pública, com uma espécie de “cota” que beneficiaria justamente uma fatia já privilegiada da população. Dizem também que, com a negociação direta entre OSs e convênios, o sistema público não teria nenhum tipo de ressarcimento e as organizações privadas, aparentemente sem fins lucrativos, teriam ganhos indefinidos.

Em declaração ao site Vi o Mundo, o presidente do SindSaúde (Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde), Benedito Augusto de Oliveira, chegou a classificar a mudança como “criminosa”. “Não há como regulamentar essa separação de leitos ou dizer a uma pessoa doente que ela ficou além da cota prevista pelo projeto. Isso é um crime. A proposta de privatização dos leitos antes que Alckmin assuma o governo demonstra o interesse econômico e político do projeto”, afirmou.

As OSs são entidades contratadas pela Secretaria de Saúde para gerenciar unidades de saúde com o intuito de tornar a administração mais ágil, sobretudo para a contratação de pessoal.

Segundo Paulo Eduardo Elias, professor da Faculdade de Medicina da USP e especialista em gestão de saúde, o sistema, como é hoje, permite que apenas 20% desses atendimentos sejam ressarcidos pelas empresas. O restante era contestado pelos planos, que alegavam, na maior parte dos casos, que os atendimentos desrespeitavam os trâmites burocráticos do próprio convênio.

Agora, os planos pagarão diretamente ao administrador do hospital por serviço prestado – e a Secretaria de Saúde deixa de bancar esses leitos. Segundo Elias, o lucro das Organizações deve aumentar. O especialista explica que os valores da tabela para pagamento de prestação de serviços dos convênios são maiores das do setor público, de maneira que será necessária uma fiscalização intensa para que organizações não deem preferência ao atendimento a pacientes conveniados.

“Não dá para você fazer a regulação desse processo: é quase impossível”, diz. Segundo o professor, no Hospital das Clínicas, os 3% de atendimentos por convênio correspondem a 21% da arrecadação da unidade.

Segundo dados da Secretaria de Saúde veiculados pelo jornal Folha de S. Paulo, 1 em cada 5 pacientes dos hospitais paulistas tem algum tipo de convênio médico. A situação é alarmante sobretudo em relação às unidades ultra-especializadas. Segundo o jornal, no Instituto do Câncer do Estado Octavio Frias de Oliveira, 18% dos pacientes possuem planos que não pagam pelo atendimento aos seus clientes.

Planos x Estado






Cristina Monteiro, médica de Pronto Socorro da região do Butantã, acredita que decisão do governo tenha sido acertada. Segundo ela, os maiores beneficiados com o sistema atual então eram os próprios planos de saúde. Muitos dos clientes dessas empresas acabavam optando pelo atendimento do SUS em razão do inchaço e falta de abrangência da cobertura de seus planos, que acabavam se isentando de um gasto.






Assim, o sistema de saúde público acabava preenchendo as lacunas geradas pelos serviços privados. “Dependendo do lugar, você é atendido melhor no SUS do que pelos convênios,” afirma. Segundo ela, é uma briga antiga fazer os planos pagarem pelos serviços prestados pelo SUS. É uma maneira de cobrar que as empresas forneçam melhores serviços aos seus pacientes e deixem de se apoiar no sistema público.






Fonte: viomundo.blogspot

EM SÃO PAULO, GOVERNADOR ALCKMIN CONTINUA VENDA DELIBERADA DOS LEITOS DO SUS




O governado Geraldo Alckmin através do DECRETO Nº 57.108, publicado em 6 DE JULHO DE 2011, regulamenta a lei que permite vender os leitos do SUS. Nesta regulamentação, fica claro que se transfere para as Organizações Sociais a prerrogativa de fazer contratos com planos de saúde e pacientes particulares, o que desta forma aponta que o Estado não receberá estes recursos, em torno de R$ 450 milhões, torna extremamente difícil o controle público sobre estes recursos. Veja abaixo a reprodução do artigo 3º do decreto:
“Artigo 3º - A Secretaria da Saúde não celebrará contrato ou qualquer ajuste de natureza obrigacional com os pacientes particulares e os planos de saúde privados de que trata o artigo 2º deste decreto, cumprindo exclusivamente às respectivas organizações sociais de saúde a adoção das providências necessárias à percepção do pagamento devido pelo tratamento”.O absurdo é pensar que vários hospitais poderão adotar este modelo, que servirá para tentar reduzir o rombo de R$ 147 milhões em 18 hospitais públicos paulistas, tal como foi denunciado pelo site Vi o Mundo. Ou seja, para reduzir rombo nas Organizações sociais se ampliará à exclusão dos mais pobres, indo contra a constituição Federal, e com isso se destrói o próprio SUS.Reproduzimos abaixo matéria do Vi o Mundo sobre o projeto de Lei que permite a ampliação da privatização na saúde e que agora foi regulamentada por Geraldo Alckmin:


Veja matéria do Vi o mundo sobre este tema:


PROJETO 45/10: DUPLA PORTA E MAIS RECURSOS PARA OS DA SAÚDE


Teoricamente as OS são entidades filantrópicas. Só que, na prática, funcionam como empresas privadas, pois o contrato é por prestação de serviços.
A lei de OS, de 1998, estabelecia que apenas os novos hospitais públicos do estado de São Paulo poderiam passar para a administração das OS. Porém, uma lei de 2009, do então governador José Serra (PSDB), derrubou essa ressalva. Ela permite transferir às OS o gerenciamento de todos os hospitais públicos do estado. É o caminho para a terceirização completa.
Agora, o novo projeto do governador Alberto Goldman e tenta avançar sobre os serviços desses hospitais públicos privatizados. Ele quer é que esses serviços não sejam destinados exclusivamente aos pacientes SUS. O projeto permite as OS venderem até 25% dos seus serviços aos planos de saúde e particulares. É o aprofundamento da “quarteirização”, uma vez que atualmente as OS (que são as terceirizadas) já contratam hoje em dia alguns serviços.
Na prática, o projeto 45/10 institucionaliza a dupla porta, de iniciada no sistema público de São Paulo e hoje disseminada por muitos estados, considerada por vários especialistas uma ilegalidade.
Pela “porta 1”, entram os usuários do SUS. Pela “porta 2”, apenas os conveniados e particulares. O argumento dos defensores da dupla-porta é que o pagamento dos serviços ajudaria a pagar a conta dos doentes do SUS.
A questão é que, nas mesmas instituições públicas, pacientes SUS têm diagnóstico e tratamento mais tardios do que conveniados ou particulares para males idênticos. E aí está x do problema, até porque esses hospitais foram construídos com recursos do SUS.
Tem mais. Na prática, o projeto do governador paulista cria uma nova fonte de financiamento para as OS. Ele prevê que o dinheiro arrecadado com a prestação desses serviços seja repassado diretamente às OS e não ao poder público, que as financia como manda a lei. Além de o Estado não ter ressarcimento, o recurso não será contabilizado na receita e na despesa pública, criando uma ilegalidade. Afinal, a Lei Estadual 9.058/94 já prevê que haja o ressarcimento para o Estado do gasto de usuários de planos de saúde se forem utilizados equipamentos públicos. Também as normas fixadas pela Lei Federal 9.656/ 1998 já prevêem o ressarcimento para o poder público.
E quem controla isso? Que garantia o Estado tem de que serão “vendidos” 25% e não 30% ou 40%, por exemplo? O próprio Tribunal de Contas do Estado de São Paulo reconhece que é difícil esse controle.
HOSPITAIS ADMINISTRADOS POR OS CUSTAM 50% MAIS


Por que então o governador quer aprovar o projeto de lei 45/10, autorizando o uso de até 25% dos leitos da rede estadual por convênios e particulares?
A explicação é simples. O custo do gerenciamento dos hospitais públicos pelas OS é alto, ao contrário do que alardeiam os defensores desse sistema de administração.
O cruzamento de dados dos relatórios das OS com informações do Sistema de Gerenciamento da Execução Orçamentária do Estado de São Paulo (SIGEO) comprova isso. Em 2008, os 13 hospitais públicos geridos na ocasião por OS receberam R$ 872 milhões. Um gasto médio, portanto, de R$ 67 milhões. Já os 33 hospitais administrados diretamente pelo Estado gastaram R$ 1,49 bilhão. Um gasto médio de R$ 45,4 milhões.
Resultado: em 2008, os hospitais geridos pelas OS custaram, em média, 50% mais do que os hospitais públicos geridos diretamente pelo poder público.
Em 2009, isso repete. Os hospitais públicos geridos por OS receberam R$ 1,35 bilhão. Um gasto médio de R$ 71 milhões. Já os hospitais administrados pelo Estado gastaram R$ 1,64 bilhão. Um gasto médio de R$ 48,2 milhões. Ou seja, o gasto médio com os hospitais geridos pelas OS ficou 47% mais caro.
A mesma tendência em 2010. Ainda com dados provisórios, os hospitais geridos por OS receberam R$ 1,6 bilhão. Isso representa um custo médio de R$ 76,3 milhões. Já os hospitais geridos pelo Estado gastaram até o momento, a quantia de R$ 1,45 bilhão, representando um custo médio anual de R$ 42,8 milhões.
Outro dado revelador. De 2006 a 2009, os gastos com as OS na Saúde saltaram de R$ 910 milhões para R$ 1,96 bilhão. Um pulo de 114%. No mesmo período, o orçamento do Estado cresceu 47%. Ou seja, as despesas do Estado de São Paulo com a terceirização da saúde cresceram mais que o dobro do aumento do orçamento público.
Só que a sociedade não têm acesso a esses dados. O próprio Tribunal de Contas do Estado de São Paulo reconhece, insistimos, que o controle social sobre os gastos das OS é muito baixo.ENTIDADES DE SAÚDE SÃO CONTRA

“Na verdade, a terceirização dos serviços de saúde, via OS, é uma forma de driblar a Lei de Responsabilidade Fiscal quanto ao gasto com pessoal”, faz outra denuncia ao Viomundo o deputado Adriano Diogo. “Enquanto ao poder público só é permitido gastar, no máximo, permite 46,5% da sua receita corrente líquida com pessoal, nas OS não há limite. Algumas gastam 70% com pessoal. Monta-se, assim, um sistema de contratação indireta de pessoal, sem nenhum limite. E o que é pior. Sem qualquer controle social.”
Não à toa as entidades de saúde são contrárias ao projeto de lei 45/10. Confira.
Maria do Carmo Cabral Carpintero, presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo: Há um equívoco básico no projeto: não podemos tratar uma patologia com um remédio fatal. Faltam recursos no sistema de Saúde, mas não iremos resolver o problema, diferenciando os pacientes que não têm convênio. Eles não podem ser tratados como cidadãos de segunda categoria. Isso fere o princípio da equidade, estabelecido pelo SUS.
Renato Azevedo Júnior, vice-presidente do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp): Faltam leitos na rede pública. Não podemos vendê-los. Embora a dupla porta não esteja prevista na lei, sabemos que na prática haverá duas filas para o atendimento nos hospitais públicos: dos pacientes do SUS e dos que têm plano de saúde. A solução para o setor está em aumentar os investimentos e melhorar a gestão do sistema público.
Rogério Giannini, presidente do Sindicato dos Psicólogos (SinPsi): Falta fiscalização na gestão das Organizações Sociais e o projeto vai estabelecer mesmo a dupla porta, uma entradinha para o SUS e outro para os convênios médicos. É uma proposta que vai causar fragilização do Sistema Único de Saúde.
Moacir Miniussi Bertolino Neto, representante do Conselho Regional de Psicologia: Estão privatizando o SUS em São Paulo. O projeto é inconstitucional, beneficia apenas empresários e instituições financeiras e vai aumentar ainda mais a espera por exames e procedimentos.
Benedito Augusto de Oliveira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde (SindSaúde): Não há como regulamentar essa separação de leitos ou dizer a uma pessoa doente que ela ficou além da cota prevista pelo projeto. Isso é um crime. A proposta de privatização dos leitos antes que Alckmin assuma o Governo demonstra o interesse econômico e político do projeto.
Maria Ademilda Mastelar, do Conselho Estadual de Saúde (representante dos usuários):Faltam vagas para os pacientes do SUS em São Paulo, seja para internação ou exames. Não dá para pensar em qualquer proposta que possa reduzir ainda mais a oferta.
Estado vai repassar conta de hospitais a planos de saúde Unidades gerenciadas por OSs vão cobrar diretamente dos convênios Medida entra em vigor em 30 dias; governo de SP diz que pacientes de planos particulares não serão privilegiados CLÁUDIA COLLUCCITALITA BEDINELLI DE SÃO PAULO Hospitais estaduais paulistas gerenciados por OSs (Organizações Sociais) passarão a cobrar diretamente dos planos de saúde o atendimento feito a seus conveniados. Esses hospitais, porém, não poderão reservar leitos ou dar tratamento diferenciado a pacientes particulares. É o que diz o decreto do governador Geraldo Alckmin (PSDB), publicado no "Diário Oficial" do Estado na última quinta, que regulamenta lei que permite a oferta de até 25% dos atendimentos a doentes particulares. O governo deve publicar ainda uma resolução em que identificará as unidades de saúde que poderão firmar contratos com os convênios. A lei passa a valer em 30 dias. Levantamento da Secretaria Estadual da Saúde aponta que um em cada cinco pacientes atendidos em hospitais estaduais na capital paulista têm algum tipo de convênio ou plano de saúde. Mas quem paga essa conta, avaliada em R$ 468 milhões anuais, é o SUS. Um exemplo é o Instituto do Câncer do Estado Octavio Frias de Oliveira. Hoje, 18% dos pacientes atendidos no hospital têm planos de saúde, que nada pagam. Há uma legislação federal que já permite o ressarcimento ao SUS. Mas o governo estadual alega que a lei entrou em vigor antes de o modelo de OSs ser implantado, o que inviabiliza a sua aplicação nessas unidades. A advogada Lenir Santos, do Instituto de Direito Sanitário Aplicado, contesta: "Hospitais administrados pelas OSs continuam sendo SUS. A lei federal poderia estar sendo usada em São Paulo para esse ressarcimento." Segundo ela, os planos de saúde poderão contestar na Justiça a constitucionalidade da nova lei porque só uma legislação federal pode agir sobre os seguros-saúde.O secretário estadual da Saúde, Giovanni Cerri, não acredita nessa hipótese. "Pelo contrário, alguns planos até já nos procuraram para estabelecer contratos e convênios." Segundo ele, a ideia é cobrar dos planos de saúde após o atendimento. "Temos um grande número de pessoas que pagam o plano de saúde e, em várias situações, acabam sendo atendidas pelo SUS. O que nós queremos é que esses planos paguem pelo atendimento. É uma questão de justiça social."Procurada, a FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) informou em nota que não cabe a ela avaliar "atos de competência dos poderes públicos, sejam eles de âmbito federal, estadual ou municipal, até a sua plena efetividade". ACESSOPara especialistas das áreas de saúde, a lei não especifica como será o acesso de pacientes privados aos hospitais públicos e abrirá espaço para que o atendimento aos particulares seja priorizado (leia mais abaixo). O secretário garante que não haverá distinção. "O procedimento será o mesmo para todos os pacientes. Isso vale também para os casos de urgências, quando um paciente sofre algum acidente, por exemplo, e tem de ir direto para o pronto-socorro." Promotor diz que decreto cria a "dupla porta" nos atendimentos DE SÃO PAULO Para o promotor da área de saúde Arthur Pinto Filho, o decreto que regulamenta a cobrança aos planos de saúde contraria a regra do SUS (Sistema Único de Saúde), que determina que o atendimento público de saúde deve ser igualitário para todos. A cobrança, segundo ele, criará nos hospitais públicos uma "dupla porta" -onde pacientes de convênios terão atendimento mais rápido. "Isso viola a lógica do Sistema Único de Saúde. São Paulo não pode ter um SUS diferente do resto do Brasil. Quem vai pagar vai querer furar a fila. Estão entregando o patrimônio público às operadoras de plano de saúde", diz o promotor, que entrará com uma ação civil pública contestando o decreto. Segundo ele, cerca de 50 entidades de saúde e de defesa do consumidor enviaram uma representação ao Ministério Público contra a lei.Entre elas, o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), que também diz acreditar que haverá uma fila de espera exclusiva para pacientes de convênios. Para a advogada Lenir Santos, do Instituto de Direito Sanitário Aplicado, a lei não deixa claro como será o acesso dos pacientes privados aos hospitais públicos. "Será por telefone, como acontece no InCor [Instituto do Coração], ou vão ter que esperar na fila mais de seis meses, como o paciente SUS?", questiona. Na avaliação do pesquisador da USP Mário Scheffer, especialista em saúde pública, o decreto usa termos genéricos que dão margem a diferentes interpretações. "Ele fala que a OS deve "abster-se de proceder à reserva de leitos, consultas e atendimentos". Mas a OS pode não "reservar", e mesmo assim facilitar o acesso [de pacientes conveniados] à marcação e ao agendamento." "Só saberemos o quanto a lei vai subtrair do SUS quando for assinado o primeiro convênio com os planos." http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1207201102.htm


ENFERMEIRO É APONTADO COMO PROFISSIONAL MAIS ÉTICO E HONESTO, SEGUNDO PESQUISA

Os enfermeiros continuam sendo considerados em primeiro lugar na pesquisa anual feita pelo Gallup relativa à Ética e Honestidade nas profissões. Oitenta e um por cento (81%) dos americanos afirmam que os enfermeiros tem "muito alta" ou "alta" a honestidade e os padrões éticos, uma percentagem significativamente superior as profissões que tiveram os melhores resultados nessa pesquisa, que foram os policiais militares e farmacêuticos. Os vendedores de automóveis, lobistas e membros do Congresso obtiveram os mais baixos percentuais nessa avaliação, sendo que os dois últimos obtiveram a maioria dos “baixo” e “muito baixo” na relação dos pesquisados.

Demonstrativo do % da classificação dos padrões de ética e honestidade dos profissionais nos diferentes campos de atuação

A Gallup faz essa pesquisa para os americanos avaliarem a honestidade e os padrões éticos das profissões, desde 1976, e anualmente desde 1991. A Gallup pesquisou junto aos americanos pela primeira sobre os profissionais enfermeiros em 1999 e a profissão tem permanecido no topo da lista, desde então, exceto em 2001. Os bombeiros foram adicionados à pesquisa em 2001 para testar a sua imagem após os relatos de seu heroísmo depois do ataque terrorista de 11 de setembro e eles ficaram em primeiro lugar, com 90%. Os enfermeiros ainda conseguiram um forte percentual (84%) nas respostas que avaliaram sua honestidade e ética e tem se mantido no topo da lista desde então. Antes de 1999, o clero e os farmacêuticos eram os melhores avaliados.

Tem havido pouca mudança significativa na classificação das profissões que são medidas anualmente, em comparação com o ano anterior. Na extensão da lista houve mudanças como no caso dos farmacêuticos (+5), policiais (-6), banqueiros (+4) e advogados (+4), as classificações geralmente retornaram aos níveis de dois anos atrás.

Taxas de honestidade e ética de profissionais pesquisados anualmente (2008 -2010)

As taxas representam o percentual “muito alto” e “alto”

Fonte: aben.org

FÓRUM NACIONAL DE ENFERMAGEM MANTÉM ATIVIDADES EM PROL DA UNIFICAÇÃO DAS LUTAS MAIS IMPORTANTES PRA ENFERMAGEM



Entidades representativas dos profissionais de Enfermagem realizaram nesta terça-feira (5), na sede do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), o 2º encontro do Fórum Nacional de Enfermagem, como parte do movimento que reivindica a jornada de 30 horas semanais para os profissionais da Enfermagem brasileira.

A partir da mobilização das entidades representativas da Enfermagem, o Fórum Nacional objetiva fortalecer a categoria para a aprovação do Projeto de Lei 2295/2000, o qual fixa a jornada de 30 horas. No encontro de hoje foram discutidas, principalmente, a organização do movimento e a definição das principais estratégias a serem seguidas.

Para o Conselheiro do Cofen e um dos coordenadores do Fórum, Antonio Marcos Freire Gomes, a organização do Fórum Nacional pelas 30 horas é fundamental para unir os profissionais da Enfermagem para a aprovação do PL 2295/2000. “O Fórum Nacional organiza, sistematiza e fomenta a mobilização nacional em busca da aprovação do PL, enfatiza.” O conselheiro ressalta, ainda, que é a partir dessa mobilização que a categoria se fortalece e “enfrenta a resistência de alguns segmentos do governo para a aprovação das 30 horas”, finaliza.

Participaram também do encontro os representantes da Associação Brasileira de Enfermagem (ABEN), da Federação Nacional de Enfermagem (FNE) e da Confederação dos Trabalhadores de Saúde (CNTS), organizações que compõem o Fórum.

Entenda mais:

O PL 2295, apresentado em janeiro de 2000, representa uma reivindicação dos profissionais de Enfermagem -enfermeiros, técnicos e auxiliares-, objetivando equalizar o funcionamento dos serviços de saúde e prover um padrão desejável de condições para a prática da Enfermagem no país. O respectivo PL, que fixa a jornada em seis horas diárias e 30 semanais, aguarda a votação pelo Plenário da Câmara dos Deputados.

Na página da internet da Câmara do Deputados é possível acompanhar todas as etapas do Projeto de Lei, acessando:http://www.enfermagem30horashoje.blogspot.com

Todos os interessados também podem colaborar e fortalecer a aprovação do PL 2295/2000, clicando em http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N9676

Fonte: cofen.gov

PRESIDENTE DO COREN-RJ FALA SOBRE AS PRIORIDADES DO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO


A saúde dos escargots


Por Pedro de Jesus

Presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro



É provável que o governador Sérgio Cabral nunca tenha ouvido falar do psicólogo americano Abraham Maslow, que criou a teoria da hierarquia de necessidades. Segundo Maslow, as necessidades de nível mais baixo sempre devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto. Daí, surgiu a Pirâmide de Maslow, que tem como base as necessidades físicas, fisiológicas e, no topo, a necessidade de autorrealização.

Se tirarmos a base do indivíduo, ele não tem condições de sobrevivência. Pois eis que o governador acaba de despejar uma unidade de suma importância para a saúde pública para instalar uma escola de... gastronomia francesa. Trata-se da Escola Técnica Enfermeira Isabel dos Santos, dedicada à capacitação de profissionais de saúde para o SUS. A sede, que ficava na Rua da Passagem, em Botafogo, foi cedida ao Cordon Bleu.

O que mais entristece é a justificativa: treinar profissionais de gastronomia para Copa e Olimpíada. Será que ter gente especializada em cozinha francesa é realmente mais emergencial e necessário do que pessoal treinado para atender pacientes? Creio que não. Estamos falando de uma escola que tem a mesma idade do SUS: 22 anos. Foi criada em 1º de novembro de 1989, e no ano seguinte ainda recebeu o nome de uma sanitarista - EnfermeiraIzabel dos Santos - que tem importância essencial para o ensino público de saúde. E esta escola não para de inovar em projetos de formação.

E o mais incrível é que recursos previstos no Projeto de Fortalecimento e Modernização da Escola, da ordem de R$ 500 mil, não puderam ser executados devido à "impossibilidade de comprovar a propriedade do terreno como um bem público".

Ora, se os recursos estavam bloqueados por causa disto, o que aconteceu, que, de repente o impedimento legal desaparece? Fica a pergunta: a democratização da gastronomia francesa chegará antes da democratização do direito a saúde e a educação profissional de nível técnico? O que está na base da pirâmide social de necessidades? Saúde para a população ou escargots?

Fonte: COREN RJ

A enfermagem fluminense tem recebido, cada vez mais, apoios na campanha pela jornada de 30 horas semanais para a enfermagem

A enfermagem fluminense tem recebido, cada vez mais, apoios na campanha pela jornada de 30 horas semanais para a enfermagem. E, recentemente, ganhou recebeu declarações de artistas como o atorMarcos Palmeira, a atriz Maria Maya e de Cininha de Paula, diretora, atriz e médica.






















Toda a enfermagem está feliz por todo apoio que tem recebido, já que sabe que quanto maior a influência na sociedade maior a pressão para que parlamentares votem pela aprovação do Projeto de Lei 2295/2000, que regulamenta a Jornada dos Profissionais de Enfermagem.


A regulamentação da carga horária para 30 horas só trará benefícios para os profissionais de enfermagem e para a população brasileira. Com tempo de serviço menos desgastante o profissional poderá desenvolver melhor sua função, ter tempo para se qualificar e terá condições para uma relação mais humanizada com o usuário. Além de garantir a abertura de campos de trabalho.


A luta dos profissionais de enfermagem pela redução de carga horária tem tido êxito em algumas esferas de governo, mas ainda há muito o que fazer.


Veja a declaração deles através deste LINK.

Fonte_COFEN

I FÓRUM DE CONTROLE SOCIAL EM SAÚDE DO TRABALHADOR

O Conselho Estadual de Saúde (CES), por meio da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador (CIST), em parceria com o Centro de Referência em saúde do Trabalhador (CEREST) e a Secretaria Municipal de Saúde de Palmares, promovem de 18 a 22 de julho, em Palmares, Mata Sul do Estado, o I Fórum do Controle Social em Saúde do Trabalhador.


Entre os objetivos do evento, estão fortalecer o controle social no âmbito da saúde do trabalhador no território de abrangência do CEREST-Palmares; promover junto aos CMS da abrangência a discussão sobre a importância da CIST municipal e a sua implantação no território do município, avaliar a implementação da política de saúde do trabalhador e o funcionamento das unidades sentinelas no território do CEREST-Palmares.


O Fórum, que espera reunir um público de 200 pessoas, trará entre outros nomes Idê Gurgel, professora da UFPE e pesquisadora chefe do Departamento de Saúde Coletiva NESC/CPqAM/ Fiocruz, que palestrará sobre “A Intersetorialidade como um condicionante para garantir a efetivação da política de saúde do trabalhador”.


As inscrições serão realizadas no dia do evento, durante o credenciamento, com a entrega de 2Kg de alimentos não perecível.


Fonte: enfermagempernambucana.blogspot

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Urna itinerante - Terceiro dia 15/07/2011 - Saiba onde votar para o Sindicato dos Enfermeiros do Rio de Janeiro

URNAS ITINERANTES

URNA 01
Terceiro Dia:
  • INCA
Praça Cruz Vermelha – Centro, Rio de Janeiro.
Horário: 10: 00 as 13:00 horas
  
  • INTO
Rua Washington Luis, 61 – Centro.
Horário: 14: 00 as 20:00 horas

 URNA 02

Terceiro Dia:

  • Hospital Municipal Barata Ribeiro
Rua Visconde Niterói, 1450 – Mangueira.
Horário: 10: 00 as 12:00 horas


  • Congresso de Atenção Primária à Saúde
Av. Paulo de Frontin esquina com a Av. Presidente Vargas – Cidade Nova –
Horário: 13: 00 as 14:00 horas

  • Hospital Central do Exército
Rua Francisco Manoel, 126 – Benfica
Horário: 15: 00 as 20:00 horas

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