Salário digno para os profissionais de Enfermagem

Projeto de Lei 2573/2011, que fixa pisos salariais para Enfermeiros, Técnico de Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem e Parteiras. Altera Lei 7.498/86, que regulamenta o exercício da Enfermagem. Projeto de Lei 4924/2009, que fixa pisos salariais para Enfermeiros, Técnico de Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem e Parteiras. Altera Lei 7.498/86, que regulamenta o exercício da Enfermagem.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Projeto nacional e democracia - Por Carlos Lessa

Um projeto nacional explicita o sonho de futuro de uma sociedade nacional. A Revolução Francesa perfilou seu projeto, de forma nítida, ao considerar o território o espaço geográfico tornado homogêneo sob o império de leis e instituições aprovadas pela sociedade e ao entender que o território era propriedade inalienável do povo.

Com isso, desdobrou para o futuro o espaço aonde o povo nacional preserva sua soberania e explicitou os tributos como a base de sustentação do Estado nacional, assumindo como prioridade a integridade de seu povo. A partir daí, a democracia passa a ser exaltada como o modo de convivência política e gestão do Estado nacional. Nação, povo, Estado e democracia, sonho nascido com a Revolução Francesa, serão os alicerces do projeto nacional da maioria de países.

Em simultâneo com o projeto político perfilado pela Revolução Francesa, a Revolução Industrial inglesa transpôs o nível das forças produtivas e reconfigurou a organização econômica e social. A industrialização será o outro componente do projeto nacional explicitado, inicialmente, em um reduzido elenco de países: Estados Unidos, por meio de seus pais fundadores, colocam a industrialização como o alicerce econômico de sua consolidação nacional. Na Europa, a França incorpora o sonho industrial a seu projeto político e algumas nações se organizam pela fusão de fragmentos, caso da Alemanha, que contesta o liberalismo econômico inglês e afirma o conceito de desenvolvimento da economia nacional como um projeto-chave. A Itália atravessará um processo de unificação que sublinha a secularidade do Estado nacional. A Rússia czarista inicia transformações do corpo social, com o objetivo de se industrializar. O Japão realiza uma revolução que combina preservação das tradições nacionais e assimilação do conhecimento científico e tecnológico das nações industrializadas; realiza, sem rupturas, uma reforma agrária definidora de pequenos produtores familiares e institui grupos industriais-financeiros como campeões nacionais.

Esse reduzido e bem sucedido elenco de industrializações aderiu ao liberalismo comercial inglês e passou a ver virtudes na economia de mercado. O resto do mundo ficou disponível para os impérios coloniais: à Europa oriental e à ibero-américa coube o papel de fornecer alimentos e matérias-primas; alguns, a posteriori, despertaram para o sonho industrializante e fizeram da instalação de sistemas industriais a coluna vertebral de projetos nacionais desenvolvimentistas.

Pensar o futuro ilumina o presente; restaura esperanças e dá substância à retórica democrática 
O Brasil foi exitoso com seu projeto nacional-desenvolvimentista, mesmo combinando o conservadorismo agrário com a modernização urbana. De 1930 até 1980 teve uma evolução das forças produtivas extremamente dinâmica. Cresceu o PIB 7% ao ano. e transferiu 80% de sua população para a rede urbana. Apesar de assimilar variadas instituições referentes às políticas sociais - construiu o sistema de previdência social que inclui praticamente todos os brasileiros, foi extremamente lento, para não dizer displicente, em relação ao povo. O problema social brasileiro, antes circunscrito ao campo, transferiu-se para a rede urbana-metropolitana. As carências múltiplas de habitação, saúde e alimentação "prosperaram" num cenário social de péssima distribuição de renda e propriedade.





Fonte: fundação Maurício Grabois

Requerimento n. 2.436/2011, apresentado pelo Deputado Aureo (PRTB-RJ)

REQUERIMENTO Nº 2.436, 07 DE JULHO DE 2011.

(Do Sr. AUREO)



Requer a inclusão em Ordem do Dia





Senhor Presidente,


Requeremos a Vossa Excelência, nos termos do art.144, XIV, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, a inclusão na Ordem do Dia do PL 2295/2000


JUSTIFICAÇÃO


 Trata-se de Projeto de Lei que regulamenta a jornada de trabalho de 30 horas para profissionais de Enfermagem.

Tal projeto tramita nesta Casa há mais de 10 anos e ajudará na qualidade de vida, não só para os profissionais enfermeiros, mas assegurará uma assistência mais segura, com melhores resultados para os pacientes que deles dependem.

Daí as razões pela qual apresento o Requerimento de Inclusão na Ordem do Dia,  contando com o valioso apoio de meus pares.

Sala das Sessões, 14 de junho de 2011.



Deputado AUREO PRTB/RJ.

Requerimento n. 2.415/2011, apresentado pelo Deputado Laercio Oliveira (PR-SE)

REQUERIMENTO Nº  2.415, 06 DE JULHO DE 2011
(Do Sr. Laercio Oliveira)
Solicita a inclusão na Ordem do Dia do Plenário da Câmara dos Deputados o PL nº 2.295, de 2000.
Senhor Presidente,
Com fulcro no art. 114, inciso XIV, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, venho respeitosamente requerer à Vossa Excelência a inclusão na Ordem do Dia, do Plenário da Câmara dos Deputados, do Projeto de Lei nº 2.295, de 2000, de autoria do Senado Federal, que Dispõe sobre a jornada de trabalho dos Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem”.
Sala das Comissões, 7 de julho de 2011



LAERCIO OLIVEIRA
Deputado Federal – PR/SE

Requerimento n. 2.346/2011, apresentado pelo Deputado Paulo Foletto (PSB-ES)

CÂMARA DOS DEPUTADOS

REQUERIMENTO Nº 2.346 de 2011

(Do Sr. Paulo Folleto)

Solicita   inclusão   na   Ordem  do  Dia do
Projeto de Lei nº 2.295/2000 que “Dispõe
sobre    a    jornada    de     trabalho    dos
Enfermeiros,   Técnicos   e   Auxiliares   de
Enfermagem”.
Senhor Presidente,

Requeiro a Vossa Excelência, nos termos do art. 114, inciso XIV, do Regimento Interno desta Casa, a inclusão na Ordem do Dia do Projeto de Lei nº 2.295/ 2000 que “Dispõe sobre a jornada de trabalho dos Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem”.

JUSTIFICATIVA:

O Projeto de Lei nº 2.295 de 2000, de autoria do Senador Lúcio Alcântara (PSDB/CE), visa estabelecer a jornada de 30 horas semanais para a categoria de profissionais da Enfermagem. A atual carga horária desses
profissionais é de 40 horas.

O trabalho exercido por esses profissionais é caracterizado por várias tensões e riscos que podem ficar ainda maiores quando a jornada de trabalho é elevada. As chances de surgimento de doenças profissionais e acidentes de trabalho são potencializadas, o que compromete diretamente a produtividade desses, podendo inclusive refletir no bom e correto atendimento dos cidadãos usuários dos serviços de saúde.

Tem sido recorrente a veiculação pela imprensa de casos de erros cometidos por enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, atribuídos à fadiga profissional, e que por vezes resultaram em mutilações, sequelas e até em morte do paciente. Dessa forma, a diminuição para 30 horas, será um ganho não só para a categoria, mas para a sociedade como um todo. 

Sala das Sessões, em de julho de 2011.

Deputado PAULO FOLLETO (PSB-ES)

3 requerimentos nos últimos 3 dias.

Estamos observando de perto as atividades da C6amara antes do recesso parlamentar. Esta semana tivemos 3 requerimentos para inclusão do PL 2295/2000 na pauta da ordem do dia.
A seguir estaremos publicando os 3 requerimentos.
Vamos continuar observando.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

REESTRUTURAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DA GESTÃO DOS HOSPITAIS FEDERAIS DO RIO DE JANEIRO

Ministério da Saúde investirá R$ 400 milhões em projeto de reestruturação e qualificação da gestão dos hospitais federais.

Lançado em junho de 2009 pelo Ministério da Saúde (MS), o Projeto de Reestruturação e Qualificação da Gestão dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro investirá, em dois anos, cerca de R$ 400 milhões na contratação e capacitação de profissionais; na qualificação da infra-estrutura; na aquisição de equipamentos; e na revisão de protocolos de gestão, entre outras melhorias. A iniciativa contemplará os seis hospitais federais (Andaraí, Geral de Bonsucesso, Ipanema, Jacarepaguá, Lagoa e Servidores do Estado) e, em parceria com os governos estadual e municipal, fortalecerá a rede de atendimento do SUS no Rio de Janeiro.

Para a modernização das estruturas físicas dos hospitais, serão direcionados aproximadamente R$ 200 milhões. Os focos principais do projeto são: a modernização dos processos de gestão; a inserção dessas unidades no contexto de rede de saúde local e regional; e o alcance de acreditação hospitalar. Além disso, a recomposição da força de trabalho; a estruturação de remuneração adequada; a modernização da gestão logística e de custos; e o fortalecimento das ações de humanização da assistência hospitalar nessas unidades estão entre as prioridades do Ministério da Saúde.

O novo modelo de gestão prevê a criação da Rede Hospitalar Federal do Rio de Janeiro. Com o programa, o perfil assistencial de cada um dos hospitais federais será avaliado e redefinido para que o trabalho seja realizado de forma integrada com outros hospitais sem que haja competição entre eles. Para isso, a vocação histórica de cada hospital será respeitada.
Para dar apoio a este trabalho, o Ministério firmou parceria com seis hospitais privados de excelência (Sírio Libanês, Hospital do Coração, Oswaldo Cruz, Samaritano, Albert Einstein e Moinhos de Vento), o que permitirá a transferência de tecnologia de gestão e a qualificação de profissionais para a Rede Hospitalar Federal do Rio. Além de investirem R$ 43 milhões no projeto, que se somarão aos investimentos do Ministério, os hospitais de excelência facilitarão tanto a contratação de consultorias externas quanto a redefinição do foco de cada hospital federal do Rio.

A medida tem o objetivo de aperfeiçoar os serviços e, ainda, preparar as instituições para a acreditação (certificação de qualidade). A meta é que, ao final do processo de implementação das ações, os hospitais federais ofereçam um alto padrão de atendimento, cada um com um perfil específico. O novo modelo permitirá uma administração atrelada a metas, resultados e qualidade.


Outras ações realizadas pelo Ministério da Saúde no Rio de Janeiro

O Projeto de Reestruturação e Qualificação da Gestão dos Hospitais Federais se somará a outras importantes ações que já vêm sendo realizadas pelo Ministério da Saúde no Rio de Janeiro, como o repasse de mais de R$ 700 milhões para serviços de média e alta complexidade, aumentando o teto financeiro do Rio de Janeiro em 42% desde 2007. O Ministério também liberou mais de 148 milhões para reforçar o atendimento da população nas áreas de câncer, hemodiálise, transplantes e cirurgias cardíacas, além de reajustar os valores de diversos procedimentos do SUS no estado do Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo, foram realizados importantes investimentos em tecnologia e infra-estrutura, como o novo parque computacional a ser implantado nos hospitais federais.

Esses recursos estão viabilizando também duas ações significativas para a consolidação de uma nova fase da saúde no Rio de Janeiro: a construção do Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia, que alcançará o número de 20 mil cirurgias e mais de 300 mil consultas por ano, e a previsão de investimentos no Instituto Nacional de Câncer (Inca), que já é visto como referência nacional na incorporação de tecnologias, ensino, pesquisa e qualidade na assistência a pacientes com câncer.

Outra realização importante é o investimento no Centro Internacional Sarah de Neuroreabilitação e Neurociências, segunda unidade da Rede Sarah na cidade, para a qual o Ministério destinou R$ 150 milhões para as obras e outros R$ 30 milhões para a aquisição de equipamentos. Com programas de pesquisa científica e capacidade para atender mensalmente 20 mil pacientes com problemas que afetam o sistema nervoso central, o Centro será a unidade de referência da Rede Sarah para os temas de neuroreabilitação.

O Rio de Janeiro tem recebido apoio para implementar as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), dotadas de leitos de observação, que recebem pacientes que precisam de pronto-socorro e trabalham integradas ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O estado do Rio de Janeiro já conta com mais de 20 Unidades.

Fonte: saude.gov

II SIMPÓSIO DE POLÍTICAS E SAÚDE

Hora
Amanhã às 09:00 - sábado às 17:30

Localização
FIOCRUZ BRASÍLIA
Avenida L3 Norte. Campus Universitário Darcy Ribeiro, Gleba A, SC 4. CEP: 70.904-970 - Telefax: (61) 3272-9754
Brasília, Brazil

Criado por

COFEN PARTICIPA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE SUS NA CÂMARA FEDERAL



A convite da subcomissão especial da Comissão de Seguridade Social e Família destinada a tratar do financiamento, reestruturação, organização e funcionamento do sistema único de saúde (SUS), da Câmara Federal, o presidente do Conselho Federal de Enfermagem, Manoel Carlos Neri da Silva, debateu com parlamentares e representantes das organizações representativas da saúde os problemas que afetam o Sistema Único e apresentou aos parlamentares as propostas dos profissionais da enfermagem brasileira que podem melhorar a gestão e a forma isonômica na formulação das políticas públicas para a área, em especial na questão dos recursos humanos.

Manoel Carlos disse que o SUS vem passando por uma crise profunda e necessita de uma reestruturação para melhor ser aperfeiçoado. Lembrou que é preciso mais investimentos, visto que hoje o setor privado tem participado com mais recursos do que o público, provocando ainda mais o sucateamento da saúde pública.



Para Manoel Carlos, é um equívoco a visão do Ministério da Saúde em centrar a política de saúde apenas no profissional médico, ao invés de tratar a questão como uma equipe multiprofissional. Essa visão, segundo Neri, tem aprofundado a crise no SUS, pois privilegia uma profissão em detrimentos às demais que compõem a equipe do sistema único.

A proliferação de cursos técnicos e superiores sem as condições mínimas de funcionamento também foi duramente criticado por todos os participantes da audiência pública. O presidente do Cofen explicou que nos últimos cinco anos houve um aumento exagerado de cursos de graduação e técnico na área de enfermagem. Disse que a autarquia vem avaliando cada um deles, seja no momento do reconhecimento ou no pedido de abertura, e tem sugerido em sua maioria a desaprovação junto ao MEC. "No Mato Grosso, por exemplo, é ministrado um curso a distância na área de saúde e com o oferecimento de vagas sem nenhum controle. Isso é um risco danoso para a saúde da população brasileira", alertou.

Fonte: cofen.org

Profissionais de enfermagem são congratulados na Câmara Municipal

Com plenário repleto de convidados, a Câmara Municipal de Campo Grande homenageou nesta sexta-feira (1º de julho), profissionais da área da enfermagem que prestam relevantes serviços à saúde da nossa cidade.

O evento foi realizado em comemoração ao Dia da Enfermagem, data celebrada oficialmente no dia 17 de maio e instituída por meio do Projeto de Lei n º 7.010/11, de autoria dos vereadores, Paulo Siufi (PMDB), Dr. Loester (PDT), DR. Jamal (PR). A apresentação cultural do evento ficou por conta do instrumentista e professor de Música Mauro do “Violão”. 

Ao falar em nome dos homenageados, a presidente do Conselho Regional de Enfermagem Mato Grosso do Sul, Amarilis Pereira Amaral, disse que a comenda é um reconhecimento e um marco importante para àqueles que auxiliam na defesa da vida de milhares de pacientes. “Este acontecimento é de grande valia para os profissionais de enfermagem. Parabenizo a todos os presentes pela escolha da profissão, por salvarem vidas e lutarem para melhorar as condições de sobrevidas de muitos cidadãos”, reconheceu Amarilis Amaral. 

O presidente do Conselho Federal de Enfermagem, Manoel Neri Carlos da Silva, aproveitou o momento para pedir apoio aos vereadores da Casa de Leis para ajudarem na aprovação da proposta que tramita no Congresso Nacional, que assegura a jornada de 30 horas semanais para a categoria. “Creio que é [Campo Grande] a primeira cidade brasileira a realizar o Dia Municipal da Enfermagem, e por isso quero parabenizar todos os vereadores desta Casa e que vocês possam encaminhar à Câmara dos Deputados uma Moção de Apoio para que seja aprovado o projeto de Lei que estabelece 30 horas semanais para os profissionais de enfermagem”, disse. 

O vereador Loester Nunes, presidiu a solenidade e em breve pronunciamento elogiou os homenageados dizendo que “a nossa querida classe de enfermagem, é uma classe que trabalha, nós que somos médicos reconhecemos a importância da classe. Não se pode falar em saúde sem pensar no corpo de enfermagem. Nada funciona sem vocês. Nós vamos fazer sim a Moção de Apoio para que o Congresso Nacional possa aprovar a proposta da jornada de 30 horas. Quero dizer a vocês com toda a certeza que o valor de vocês é muito grande. É uma classe que já deveria ser homenageada por esta Casa”, disse Loester. 

A Secretaria Adjunta Municipal da Saúde Pública, Ana Lucia Lírio de Oliveira, lembrou que o trabalho dos profissionais de enfermagem têm sido muito importante "vocês são parceiros, são mais de vinte anos com vocês, temos desenvolvido ação da valorização do projeto de enfermagem. Parabéns à Mesa por ter lembrado de criar esse Dia da Enfermagem,vocês merecem", colocou.




Fonte: acritica.net

Representantes do Cofen falam sobre Projetos de Leis da enfermagem brasileira para profissionais do Distrito Federal

Além de representar um importante momento de interação e aproximação entre enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, o Encontro da Enfermagem Brasiliense, promovido pelo Coren-DF no último dia 29, proporcionou ainda a aquisição de novos conhecimentos e a troca de experiências entre os participantes.

Com a coordenação dos conselheiros federais Dr. Antônio José Coutinho, Dr. Osvaldo Albuquerque e Dr. Antônio Marcos Freire, a primeira atividade do encontro abordou os projetos de Leis da enfermagem brasileira, entre eles, o projeto de lei que institui o "Ato Médico", com a sua trajetória, os principais aspectos do projeto, além de críticas e de solicitações de mudanças já feitas pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) em benefício da categoria.

Na oportunidade, o conselheiro Dr. Antônio Marcos Freire falou sobre a aprovação do PL 2295/2000 que trata da jornada de 30 horas semanais e pediu a colaboração dos profissionais do Distrito Federal, para que o espírito político de cada um seja mais explorado, principalmente por essa necessidade.

“A participação dos profissionais do DF já é ativa nas lutas pelas nossas 30 horas, mas precisamos de mais força para a discussão e, consequentemente, para a aprovação do PL. Exigimos nada mais que nossos próprios direitos”, enfatizou o conselheiro.

A implantação do “Fórum 30 Horas Já” pelo Cofen também foi apresentada para a categoria. O projeto tem o objetivo de intensificar a luta pelas 30 horas semanais por meio da mobilização de profissionais da enfermagem e da divulgação de informações sobre o processo de aprovação do Projeto de Lei.

A presidente do Coren-DF, Dra. Eloiza Sales Correia, foi a moderadora da palestra proferida pelos conselheiros do Cofen.

Fonte: cofen.org

Coren-RJ participará de Simpósio que discutirá Terapia Intensiva no Estado do Rio de Janeiro





Representantes da Sociedade de Terapia Intensiva do Estado do Rio de Janeiro (SOTIERJ), enfermeira Carolina Farias e o enfermeiro Rodrigo Francisco de Jesus, estiveram reunidos com o presidente do Coren-RJ, Pedro de Jesus, nesta terça-feira (5/7) para discutir a aproximação entre as entidades e a participação do Conselho no evento sobre Terapia Intensiva, que vai acontecer no próximo dia 13 de agosto.


Segundo o presidente do Coren-RJ, "Já havia intensão de buscar uma aproximação para que o Conselho pudesse participar dos debates sobre terapia intensiva no Estado do Rio de Janeiro. Agora, depois desta visita e a nossa participação no evento tenho certeza que poderemos buscar construir parcerias, proporcionando assim o enriquecimento de conteúdos para os profissionais da enfermagem fluminense".

Em breve, estaremos divulgando maiores informações sobre como participar do evento, sua programação e outras informações para que a participação da enfermagem seja garantida.

Enfermeiros Carolina Farias e Rodrigo de Jesus, representantes da Sociedade de Terapia Intensiva, se reúnem com o presidente do Coren-RJ para discutir futuras parcerias.

Fonte: coren-rj.org

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Exposição na Biblioteca Nacional homenageia a presença feminina no Brasil em diversos campos, como as artes, a política e o esporte


Mãe Menininha do Gantois, Clarice Lispector, Pagu, Zilda Arns, Carlota Joaquina, Maria Leopoldina, Ana Maria Machado, Lygia Fagundes Telles, Fernanda Montenegro, Maria Esther Bueno, a jogadora de futebol Marta, Norma Bengel, Marta Rocha, Maria Bethânia, Rita Lee, Dilma Rousseff. Todas essas, e muitas outras mulheres brasileiras de renome, serão homenageadas na exposição “Brasil feminino”, que será aberta nesta terça-feira (5) ao público na Biblioteca Nacional, no Centro do Rio.

Serão expostas fotografias, jornais, revistas, pinturas de artistas como Debret e documentos do acervo da Biblioteca Nacional para mostrar a participação da figura feminina na história do Brasil. Entre os destaques ficam as Ordenações e leis do Reino de Portugal, de 1603, que mostra como as mulheres sofriam no século XVII; e o jornal da cidade de Campanha, no sul de Minas Gerais, “O sexo feminino”, de 1873, que defendia maior igualdade entre os sexos.

A mostra é dividida em cinco temas: a condição subalterna da mulher; a consciência política e luta dos direitos civis; a ação social e educação; o comportamento; e a atuação científica e cultural. A exposição, que vai até 26 de agosto, tem curadoria de Marcus Venicio, e Luciano Figueiredo, editor da Revista de História.

A entrada é franca e os horários de visitação são de segunda a sexta, das 10 às 17h, e aos sábados, domingo e feriados, das 12 às 17h. A Biblioteca Nacional fica à Rua México s/nº, no Centro do Rio de Janeiro.


Fonte: revistadehistoria.com

    domingo, 3 de julho de 2011

    Vagas para Enfermeiros no Hospital Eistein-SP.

     Se você é Enfermeiro e está buscando recolocação ou seu primeiro emprego, envie seu currículo para:
    rhselecao@einstein.br
    Informando na mensagem Vaga Enfermeiro.
    Boa Sorte!



    Grupo Bandeirantes recruta enfermeiros e técnicos em Enfermagem

    Para quem estiver interessado em trabalhar na área hospitalar, acaba de ser aberto pelo Grupo de Saúde Bandeirantes (GSB) processo de recrutamento para a admissão de 248 novos funcionários.

    O GSB está no setor de saúde há 36 anos, sendo composto por hospitais como o Bandeirantes, o Leforte e pelo Laboratório GSBLab, em São Paulo, entre outros.

    As vagas abertas são para diversos cargos, entre os quais: enfermeiros e técnicos em enfermagem, auxiliares de higiene hospitalar, recepcionistas, menores aprendizes, auxiliares de coleta e auxiliares administrativos.

    Com exceção do cargo de enfermeiro, em que é exigido nível superior, registro em órgão de classe e pós-graduação, para os outros cargos são exigidos ensino fundamental (auxiliar de higiene hospitalar) ou médio, com respectiva formação técnica, dependendo da especialidade para a qual o interessado pretenda se candidatar.

    Lembramos que o grupo exige para todos os cargos experiência na função.

    Os currículos poderão ser encaminhados pelo site do grupo, por meio da área “Fale conosco”, pelo link www.gruposaudebandeirantes.com.br.

    O prazo final para envio dos currículos será até 30 de julho.


    Fonte: vagaemprego.com

    Ideias transformadoras para conduzir grandes mudanças

    Por decisão do Foro de São Paulo, o Partido dos Trabalhadores e o Partido Comunista do Brasil realizam a partir desta quinta-feira (30) até o sábado, 2 de julho, no Rio de Janeiro, o seminário "Governos de esquerda e progressistas na América Latina e no Caribe: balanço e perspectivas", sob os auspícios da Universidade Federal do Rio de Janeiro e das fundações dos dois partidos, a Perseu Abramo (PT) e Maurício Grabois (PCdoB).

    O seminário conta com a presença de conferencistas que representam o amplo espectro de forças de esquerda da região.

    Uma iniciativa oportuna, destinada a preencher importante lacuna na ação das forças políticas da esquerda brasileira e latino-americana. Estas forças têm atuado juntas em atividades pontuais e esparsas, nos movimentos sociais, em atos eleitorais e nas instituições dos governos progressistas, muito mais premidas pelas exigências do cotidiano do que por definições coerentes e articuladas de programas baseados em conceitos e ideologias.

    Nada é mais importante nos dias de hoje para as forças de esquerda, pensando no futuro, do que ativar a inteligência coletiva e buscar, à base do rigor teórico e do entendimento de que a unidade tem sentido estratégico, definições programáticas que as situem na história à altura dos desafios da transformação política e social.

    A conquista de governos progressistas é um avanço histórico de imensas dimensões. Mas o reducionismo das formulações e iniciativas das forças de esquerda, no seio desses governos, ao dia a dia, ao pragmatismo e ao exercício de funções meramente administrativas ou politicamente limitadas ao horizonte dos carreirismos individuais que nada ficam a dever aos seus homólogos da direita, têm um poder extremamente corrosivo.

    Essa deriva pode transformar essas forças em novos partidos da ordem, em forças amorfas, incapazes de enfrentar o conservadorismo e a ideologia das classes dominantes e do imperialismo.

    O seminário do Foro de São Paulo tem muito a dar nesse sentido. Ideias de esquerda, transformadoras, revolucionárias, quando confrontadas umas com as outras e testadas no calor da práxis, podem transformar-se numa força material a serviço de um projeto coletivo voltado para efetivas mudanças políticas, econômicas e sociais, indispensáveis para fazer da época contemporânea uma era efetivamente diferente da que nos precedeu.

    Este é um ponto de partida incontornável para impulsionar a unidade das forças de esquerda, em torno de um programa político com apelos concretos e mobilizadores e uma visão estratégica voltada para a conquista do poder político pelos trabalhadores e seus aliados e para a construção da nova sociedade.

    O sistema capitalista-imperialista está a braços com uma crise inaudita quanto à sua amplitude, extensão e profundidade. Por decorrência, a luta de classe dos trabalhadores desponta e tende a ser um fator de peso na conjuntura atual. Os acontecimentos na Grécia são disso uma aguda e significativa demonstração.

    Por outro lado, a agressividade do imperialismo na Líbia, no Oriente Médio, na Ásia Central põem em evidência a indispensabilidade da luta contra a guerra imperialista, a militarização e o intervencionismo hostil aos povos e à soberania nacional. Construir uma esquerda anti-imperialista e exercer o anti-imperialismo a partir das posições que essa esquerda ocupa nos governos progressistas latino-americanos é um desafio da hora presente.

    Formulações maduras, que tenham por essência ideias capazes de plasmar programas anti-imperialistas e de oposição aos planos e à ofensiva da grande burguesia monopolista e financeira internacional são o esperado antídoto às ideias caducas da conciliação de classe e da adaptação ao status quo.





    Fonte: vermelho.org

    TREINAMENTO PROFISSIONAL PARA ENFERMEIROS E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM / ESTAGIÁRIOS HUPE 2012

    Inscrição: Período de inscrição : 04/07/11 até 14/07/11

    Para ver o edital click aqui: Edital

    Para solicitar isenção click aqui: Edital de isenção

    Para ver o Cronograma click aqui: Cronograma Treinamento Profissional

    Valor da inscrição: Enfermeiro - R$ 40,00 / Técnico de Enfermagem R$ 30,00

    Contato

    Em caso de dúvidas entre em contato pelo telefone: Telefone: 2334-0639
    ou por e-mail: coprosel@uerj.br ou concursoscepuerj@yahoo.com.br

    Fonte: piquetcarneiro.uerj.gov.br

    Entrevista com a Presidente da ABEn-RN

    Dra. Maria Coeli Cardoso Viana Azevedo, 39 anos, enfermeira há 14 anos, é Especialista em Enfermagem Oncológica pela SBEO, Mestre em Enfermagem pela UFRN, membro da Sociedade Brasileira de Enfermeiros Pediatras (SOBEP), Coordenadora de Enf. do Hospital de Pediatria Profº Heriberto Ferreira Bezerra/UFRN, Conselheira no Conselho Estadual de Saúde RN e Presidente da Associação Brasileira de Enfermagem - Seção RN (ABEn-RN). Nesta última tomou posse em 11 de novembro de 2010.

    Atendendo a um pedido do Blog, a Dra. Coeli gentilmente aceitou nossas inúmeras indagações e atenciosa e pacientemente respondeu a várias questões atuais e pertinentes à enfermagem.

    Nos acompanhem nessa gostosa aula com a Dra. Coeli:

    EP: Quando foi que a senhora tomou a decisão de concorrer para presidência da ABEN RN?
    Dra. Maria Coeli: Foi uma decisão do grupo. A Presidente Sheila Saint-Clair da Silva Teodósio (Gestão 2004-2007 e 2007-2010), auxiliou a formação da chapa e resolvemos de forma democrática os nomes para a Diretoria Gestão 2010-2013. Ou seja, somos de uma gestão que pretende dar continuidade ao trabalho das gestões anteriores. 

    EP: Quais os maiores desafios que a ABEN RN pro seu mandato?
    Dra. Maria Coeli: Agregar associados interessados na visibilidade da categoria, e engajamento desses nas lutas pela melhoria nas condições de trabalho, formação profissional.

    EP: Como a senhora define a relação das Seções estaduais da ABEN com a ABEN Nacional?
    Dra. Maria Coeli: Relação de respeito baseado em diálogo. As ações são amplamente discutidas na Assembléia Nacional de Delegados (AND), Conselho Nacional da ABEn (CONABEn) e sempre que necessário acessamos com facilidade a Diretoria da ABEn Nacional. 

    EP: Como a senhora qualificaria a relação da ABEN RN com as demais entidades representativas da categoria (Conselho e Sindicatos) do Rio Grande do Norte?
    Dra. Maria Coeli: Não temos um sindicato que represente exclusivamente a equipe de enfermagem. Em continuidade a gestão anterior da ABEn seção RN, existe uma agenda conjunta com o COREN RN, em que um dos principais objetivos é a luta pela “Qualidade da formação na enfermagem”.

    EP: Qual a leitura que a senhora faz da organização de classe dos trabalhadores da enfermagem do Rio Grande do Norte?
    Dra. Maria Coeli: O profissional da categoria de enfermagem não faz uma reflexão das condições de trabalho, de formação e estratégias para melhoria, mas reclama sem fundamentação, sem discussão e solicita soluções com imediatismo das organizações.


    EP: Além da própria atuação diária, cursos de reciclagem, capacitações e estudo contínuo, o que falta para uma maior divulgação do trabalho do Enfermeiro junto à Sociedade civil?
    Dra. Maria Coeli: A enfermagem se posicionar por meio de competência técnica, que consequentemente procede de uma formação de qualidade, em que é desenvolvido o pensamento crítico.
    EP: Quanto aos cursos técnicos de enfermagem, bem como os demais cursos técnicos, existem um índice obrigatório de aprovação e mínimo para reprovação. Há uma participação direta da ABEN para abertura desse tipo de escola?
    Dra. Maria Coeli: A ABEn seção RN promove o Fórum de Escolas, em que participam escolas de nível médio e de graduação, para discutir a situação da formação profissional e organizar escalas dos cenários de prática para estágios, na cidade.


    EP: Sabe-se que há alguns segmentos que defendem uma prova para enfermeiros similar a prova da OAB que daria a “autorização” para que os mesmos pudessem atuar com uma “avaliação” prévia. Qual a sua opinião sobre essa possibilidade? Há algum impedimento para se regularizar uma iniciativa dessa ordem?


    Dra. Maria Coeli: A discussão sobre essa temática mostra que o egresso de profissionais sem a formação mínima esperada é uma realidade. Podemos também elencar alguns pontos vivenciados pelos advogados. Sabemos que mais de 80% dos concluintes do curso de direito, não passam na prova da OAB. No entanto muitos exercem a advocacia clandestinamente. Na enfermagem seria diferente? E as escolas não teriam nenhuma responsabilização nesse resultado e continuaria a oferecer vagas, objetivando o lucro, enquanto escolas privadas. No entanto, se observa, ainda incipiente, a preocupação e discussões ativas na categoria, quanto à possibilidade de prova de avaliação para egressos.


    EP: Qual sua opinião sobre a expansão exagerada dos cursos de graduação em enfermagem e sobre a qualidade destes cursos?
    Dra. Maria Coeli: A ABEN Nacional aproveita todos os espaços de divulgação de estudos científicos sobre o tema e para esclarecer algumas ações e como “reivindicar ao MEC agilidade na alteração do Decreto 5.773 de 2006, para que os pedidos de criação de Cursos de Graduação em Enfermagem sejam encaminhados para apreciação do CNS, conforme ocorre com os cursos de medicina, odontologia e psicologia”. Portanto, solicito aqui para divulgar o Informativo nº 04/2011, da Diretoria de Educação da ABEn.

    EP: Na sua opinião estamos expandindo a mão de obra com qualidade, ou estamos ampliando um exército de reserva para ser explorado pelas grandes redes do mercado da saúde?
    Dra. Maria Coeli: Certamente os salários irão ficar piores do que já estão mesmo sabendo que algumas regiões do Brasil faltam profissionais de enfermagem. Enquanto ocorre a expansão de escolas, tramita o Projeto de Lei do Senado nº 26, de 2007, de autoria do Senador Tião Viana (PT-AC), em que objetiva o acesso facilitado a universidades do nível médio. Assim a partir de 31 de dezembro de 2017, ficaria vedada a prática de atividades de enfermagem pelos auxiliares e técnicos de enfermagem. A quem interessa esse PL? Qual organização o Senador Tião Viana procurou para esclarecimentos? Poucos da categoria conhecem a existência desse PL.
    EP: Qual a maior bandeira a ser levantada pela enfermagem brasileira?
    Dra. Maria Coeli: São várias que não podem ser separadas: condições de trabalho e salários dignos, incluindo todos os trabalhadores do SUS; jornada de 30 horas semanais para os trabalhadores da saúde; incentivo à implantação dos parâmetros curriculares nacionais nas escolas de educação profissional de nível técnico e graduação; reavaliação dos critérios para credenciamento de instituições de ensino de nível técnico, graduação e pós-graduação.


    EP: Qual a sua leitura dos encaminhamentos políticos e possibilidade de aprovação do PL 2295/2000?
    Dra. Maria Coeli: Nos últimos 2 anos o PL caminhou pelas comissões necessárias, na Câmara dos Deputados, graças a pressão da categoria e das organizações da enfermagem e da saúde. Porém acompanhado também de sentimentos negativos como inveja, ciúmes e vaidades dentro da categoria. Quanto a possibilidade de aprovação, ainda temos a pressão muito forte dos Hospitais Filantrópicos, incluindo uma frente parlamentar desses, e com certeza a “não aprovação” do PL deve ser prioridade. Mas sem dúvida, está sendo uma lição de cidadania para a categoria.
    EP: Que leitura a senhora faz da eleição de duas enfermeiras para Câmara Federal?
    Dra. Maria Coeli: Um desafio para as deputadas e estímulo para a categoria para as próximas eleições municipais. No entanto vários Estados saíram com candidatos da enfermagem, mostrando que a enfermagem não vota na enfermagem. Aqui no RN a categoria ajudou a eleição de um Cardiologista em campanhas passadas, mas não elegeu na última, dois candidatos da enfermagem (enfermeira e técnico de enfermagem). 


    EP: A enfermagem brasileira acordou para a luta de suas bandeiras?
    Dra. Maria Coeli: Infelizmente não. Mesmo com todos os avanços, basta confirmar a participação em fóruns, abaixo assinados com algumas centenas de acessos, que são pouco diante do total de mais de um milhão de profissionais. A categoria está muito preocupada em conseguir mais um vínculo, dar mais plantões extras, seguindo a lógica perversa do capitalismo.
    EP: Como levantar a auto-estima da classe que não se apercebe do tamanho de sua importância e força e quais as iniciativas da ABEN para que esse objetivo possa ser alcançado?
    Dra. Maria Coeli: O profissional prefere participar de evento que seja gratuito ou que a instituição em que atue, pague, pois já trabalha muito e tem o pensamente equivocado de que não vai utilizar o dia de folga para fazer curso e ainda com custos. Somando-se à dificuldade para investimentos na capacitação profissional, têm ainda o desemprego que é percebido na nossa categoria. Outro agravante é a participação tímida nas discussões políticas da categoria. Basta verificar a procura entre um evento sobre condições de trabalho da categoria e novas tecnologias na UTI, ou ainda avanços no tratamento de feridas. Qual sala irá ficar totalmente lotada? Este estímulo deve ser iniciado no banco de escola. Em uma categoria que totaliza mais de um milhão e quinhentos profissionais, a ABEn não consegue chegar a cinco mil associados em todo o Brasil. E ainda ouvimos de que o nível médio não pode participar! A categoria deve procurar conhecer a atuação das organizações. A ABEn é entidade de caráter científico-cultural, em que os associados são voluntários (estudantes de nível médio e graduação, profissionais da enfermagem) e como qualquer outra instituição, necessita pagar conta de luz, água, telefone, internet. Ou seja, ser sustentável, e daí então estar presente junto ao MEC, COFEN, FNE e outras, participando das decisões pertinentes da categoria de enfermagem.

    EP: Pra senhora quais são as personalidades que se destacam na enfermagem nacional e por quê?


    Dra. Maria Coeli: Profª Francisca Valda, pela importância desde a época que estava Presidente da ABEn Nacional, com atuação no controle social e na luta pela qualidade na formação do profissional de enfermagem. Ainda no Rio Grande do Norte, temos Dra. Raimunda Medeiros Germana, pela contribuição para o ensino da enfermagem. Não posso deixar de referenciar Izabel dos Santos, que faleceu em dezembro de 2010, também participou da Movimento de Reforma Sanitária e lutou pela inclusão do nível médio por meio da profissionalização com formação de qualidade no SUS.


    EP: Poderia deixar uma mensagem pra enfermagem pernambucana?
    Dra. Maria Coeli: Considerada pernambucana, pois cheguei a Recife com um mês de vida e retornei para Natal 20 anos depois, me sinto acolhida pela “Enfermagem Pernambucana”. Parabenizo a clareza das informações postadas no blog, respeitando as diversidades das opiniões da categoria. Desejo que brevemente “Enfermagem Pernambucana” poste a aprovação do PL 2295/2000.




    Fonte: enfermagempernanbucana.blogspot

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