Salário digno para os profissionais de Enfermagem

Projeto de Lei 2573/2011, que fixa pisos salariais para Enfermeiros, Técnico de Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem e Parteiras. Altera Lei 7.498/86, que regulamenta o exercício da Enfermagem. Projeto de Lei 4924/2009, que fixa pisos salariais para Enfermeiros, Técnico de Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem e Parteiras. Altera Lei 7.498/86, que regulamenta o exercício da Enfermagem.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Ato em favor dos Companheiros(as) terceirizados dos HUs - Complexo Hospitalar da UFRJ

31/07 as 8hs ,nosso encontro ,será no HUCFF,onde será julgada a EBSERH,com todo rito deste evento.Neste sentido,é importante a presença daqueles que são contrários a este modelo de gestão para nossos hospitais,justos somos fortes.




Fonte: Carla Jorge.

Justiça derruba resolução que proibia o parto em casa - Pelo menos desta vez a justiça valeu os salários de 128.000,00 que alguns recebem


Conselho de enfermagem obtém decisão favorável contra o Cremerj, que vetava participação de médicos. Parteiras e acompanhantes também podem voltar a participar dos procedimentos em hospitais

Pollyane Lima e Silva, do Rio de Janeiro

Segundo o Coren-RJ, apenas 3% dos partos são domiciliares no Brasil




Durou pouco mais de dez dias as resoluções do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), que proibiam médicos de fazerem parto em casa e vetava a participação de parteiras e doulas (acompanhantes de gestantes) nos procedimentos em hospitais. Nesta segunda-feira, a 2ª Vara Federal do Rio de Janeiro suspendeu ambas as determinações, acatando a ação civil pública ajuizada na sexta-feira pelo Conselho Regional de Enfermagem (Coren-RJ).

A decisão, do juiz federal substituto Gustavo Arruda Macedo, define a decisão do Cremerj como uma "ofensa a diversos dispositivos constitucionais, legais e infralegais" que "garantem à mulher o direito ao parto domiciliar, em ambiente hospitalar, de pessoa de sua livre escolha". Macedo considerou que as resoluções do Cremerj "terminam por dificultar, senão inviabilizar, o exercício da atividade de parteiras" proibindo médicos de assisti-las em um procedimento em casa e também impedindo-as de ir aos hospitais.

Além disso, o magistrado destaca que não cabe ao Conselho de Medicina impedir que parteiras e obstetrizes exerçam seu trabalho. Ainda de acordo com a liminar, proibir a participação de médicos nos partos em casa pode trazer "consideráveis repercussões ao direito fundamental à saúde", que é um dever do estado, uma vez que "a falta de hospitais fora dos grandes centros urbanos é muitas vezes suprida por procedimentos domiciliares, nos quais é indispensável a possibilidade de participação do profissional da medicina, sem que sobre ele recaia a pecha de infrator da ética médica".

Enfermeiros - O Coren-RJ, que entrou com a ação civil pública na sexta-feira, comemorou o resultado, mas admite que já acreditava que a decisão seria favorável. "É uma vitória lamentável, porque eu não precisaria ter feito isso se o Cremerj tivesse conversado com os outros conselhos antes de tomar uma decisão que interfere em tanta gente", disse o presidente, Pedro de Jesus Silva. "Entramos na justiça para garantir o atendimento integral à mulher e ao bebê por uma equipe multidisciplinar, seja onde ela escolher, porque esse é um direito dela", completou.

Silva diz que o Coren-RJ preocupou-se em elencar dados inquestionáveis na ação, como o fato de que hoje 97% dos partos no Brasil já ocorrem dentro de hospitais. "Se a mulher quer ter uma cesária programada, é um direito dela. Agora, se essas 3% restantes desejarem - e puderem - ter um parto humanizado, elas tem de poder fazer isso também. A mulher merece segurança no parto dela. E isso nós vamos cobrar", enfatizou Pedro, que havia chamado a decisão do Cremerj de "ditadura" médica. "Eu me sinto como quando derrubaram os militares do poder. A democracia deve reinar sempre."

Cremerj - Em nota, o Conselho de Medicina informou que vai recorrer da liminar judicial. "O Cremerj lamenta a decisão, já que as resoluções do Conselho visam proteger mães e bebês e oferecer as melhores condições de segurança para o parto. Os direitos de proteção à gestante e às crianças são assegurados pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, e as resoluções do Cremerj reforçam esses direitos."

Fonte: veja

segunda-feira, 30 de julho de 2012

I Encontro Sindical Nacional da Enfermagem PARTICIPE!!!




Objetivo: Promover debates sobre a relação dos direitos do trabalhador da enfermagem, condições de trabalho dentro da ótica do exercício da profissão inserindo os conhecimentos científicos, dentro do cenário político nacional, para uma assistência segura.

Metodologia: O I Encontro Sindical Nacional da Enfermagem abrirá com uma mesa redonda com as entidades da enfermagem e centrais sindicais. Os trabalhos serão realizados com palestras e mesas de debates, onde as explanações e intervenções se darão em três horas, tendo como público alvo, Enfermeiros, Técnicos, Auxiliares e Acadêmicos de Enfermagem, devidamente inscritos no 15º CBCENF, sendo 250 pessoas por atividade. As inscrições realizadas para o I Encontro Sindical Nacional da Enfermagem darão acesso a todas as palestras e mesas, ou seja, uma única inscrição, dentro do limite de vagas.

Os temas abordados serão: “Jornada de Trabalho”; “Relações do Trabalho na Enfermagem”; “Saúde do Trabalhador da Enfermagem”; “Migração da Enfermagem”; “Encontro Acadêmico”; e ainda palestras sobre “Assédio Moral no Trabalho da Enfermagem”; “Ato Médico e a Enfermagem”.

Local: Centro de Eventos do Ceará, considerado o maior centro de convenções da América Latina, localizado na Av. Washington Soares, 1141 - Fortaleza/CE.


Programação

Sexta, 10 de agosto de 2012


9h às 10h: Credenciamento

10h às 10h30: Mesa de Abertura


  • FNE – Enfermeira Solange Aparecida Caetano - Presidente
  • COFEN – Enfermeira Márcia Cristina Krempel - Presidente
  • ABEN – Enfermeira Ivone Evangelista Cabral - Presidente
  • CUT – Vagner Freitas - Presidente
  • CTB – Wagner Gomes - Presidente
  • Força Sindical – Miguel Eduardo Torres – Presidente em exercício
  • CNTSS – Maria Aparecida de Almeida Godoi - Presidente
  • CNTS – José Lião de Almeida - Presidente
  • ANATEN
  • ENEEnf


10h30 às 12h: Mesa Redonda “Migração da Enfermagem”


  • “Relação de Trabalho Internacional” - Maria Silvia Portela de Castro – Socióloga (Consultora CUT Nacional);
  • “Os Desafios da Livre Circulação no MERCOSUL” - Miraci Mendes Astun – Coordenadora Geral da Regulação e Negociação do Trabalho em Saúde do Departamento de Gestão e Regulação do Trabalho em Saúde do Ministério da Saúde – DEGERTS/MS.


12h às 13h: Almoço

13h às 14h: Palestra “Os avanços da Gestão do Trabalho na Saúde”


  • Miraci Mendes Astun – Coordenadora Geral da Regulação e Negociação do Trabalho em Saúde do Departamento de Gestão e Regulação do Trabalho em Saúde do Ministério da Saúde – DEGERTS/MS.


14h às 16h30: Mesa Redonda “Jornada de Trabalho da Enfermagem”.

  • “Histórico da Mobilização da Enfermagem” – Rejane de Almeida, Enfermeira - Dep. Estadual (RJ);
  • “Histórico da Tramitação do PL 2295/2000 e do PL 4924/2009” – Dr. Mauro Nazif, Médico – Dep. Federal (RO)


Sábado, 11 de agosto de 2012

9h às 10h: Credenciamento

10h às 12h30: Mesa Redonda “Ato Médico e a Enfermagem”

  • “A visão sindical acerca do Ato Médico” – Dra. Solange Aparecida Caetano, Presidente da Federação Nacional dos Enfermeiros - FNE;
  • “Interferências na Lei do Exercício Profissional da Enfermagem” – Dr. Antônio Marcos Freire – Enfermeiro, Tesoureiro do COFEN;
  • “O olhar do Governo em relação ao Ato Médico” – Dr. Felipe Proenço de Oliveira, Médico de Família e Comunidade, Professor da Universidade Federal da Paraíba, Diretor Adjunto do Departamento de Gestão da Educação na Saúde do Ministério da Saúde – DEGES/MS.


12h30 às 14h: Almoço

14h às 16h: Mesa Redonda “Saúde do Trabalhador da Enfermagem”


  • Resiliência da Enfermagem – Dra. Maria de Fátima Belancieri – Enfermeira e Doutora em Psicologia;
  • Norma Regulamentadora NR 32 – Dra. Ivone Martini, Enfermeira Especialista em Enfermagem do Trabalho;

Acidentes de Trabalho com Resíduos Biológicos – Dr. Osvaldo da Silva Peixoto, Médico, Especialista em Medicina do Trabalho;

16h30 às 17h30: Palestra "Assédio Moral"


  • Palestrante: Drª Ivonete Vieira Pereira, Enfermeira, Doutora em Saúde do Trabalhador.


17h30 às 18h: Encerramento


Clique no link abaixo para fazer o download desta programação em pdf.


Fonte: adilton.enf@gmail.com


Regulação de leitos tem falhas - O que já foi denunciado pelo Enfermeiro Washington em debate na rádio livre 1440 AM - Programa Nação Brasil


No rolo compressor dos problemas na rede maternal, o Conselho Regional de Enfermagem de Alagoas (Coren-AL) prometeu recorrer até ao Ministério Público, após uma visita realizada na Santa Mônica, na última segunda-feira, 23, para verificar as condições de trabalho e de atendimento à população. A assessora jurídica da instituição, Elizandra Benjoíno, informou  que o Conselho tem diversas sentenças contra maternidades privadas, ainda não cumpridas. 

“Por que elas não estão recebendo esses pacientes? Elas estão recebendo as verbas públicas e não estão funcionando, por quê? Temos sentenças que as obrigam a contratar profissionais e elas ainda não foram cumpridas”, revela, destacando que, para resolver a situação da Santa Mônica, tem-se de resolver também a questão do atendimento nas outras maternidades, cobrando do Estado ações para fazer cumprir essas sentenças.

A própria diretoria da Maternidade Santa Mônica também prometeu levar a situação, oficialmente, ao conhecimento dos conselhos de classe, do Ministério Público Estadual (MPE) e das secretarias de Estado e Municipal de Saúde, expondo a situação da unidade e dos seus profissionais.


Conselho de Enfermagem vai à Justiça contra proibição de partos em casa (Mais uma vez tentam impedir o parto humanizado)


Rio de Janeiro - O Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ) entrou nesta sexta-feira (27) com uma ação civil pública na Justiça Federal contra as resoluções 265 e 266/2012 do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), que proíbem desde o dia 19 a participação de médicos obstetras em partos em casa e a presença das obstetrizes (profissionais da área de saúde que acompanham as gestantes no pré-natal, parto e pós-parto), doulas (acompanhantes) ou parteiras em ambientes hospitalares.
Para o presidente do Coren-RJ, Pedro de Jesus, a decisão é ditatorial e prejudica a equipes dedicadas ao parto domiciliar. “A mulher que quiser ter parto domiciliar vai continuar tendo, pois o enfermeiro obstetra é amparado por lei a realizar o parto, mas é óbvio que a equipe ficará desfalcada, pois a falta de um integrante da equipe; seja médico, enfermeiro, doula ou psicólogo; prejudica o parto humanizado.”
Segundo o presidente, o Cremerj não tem fundamento legal ou dados estatísticos para fundamentar o argumento de que o parto domiciliar e as doulas representam riscos à saúde das mães e dos bebês.“O Brasil é um dos líderes em partos de cesárea e de mortes maternas. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 97% dos partos no Brasil são feitos em hospitais e aproximadamente 58 a cada 100 mil mulheres morrem no parto, a maioria devido às infecções hospitalares. No Rio, nenhuma mãe ou bebê morreu durante o parto domiciliar.” Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), é considerado índice aceitável de mortalidade materna 20 mortes para cada 100 mil partos.
Dos cerca de mil partos feitos no Rio de Janeiro este ano, apenas 37 apresentaram complicações e todas as mulheres foram atendidas a tempo, de acordo com o presidente do Coren. “O parto natural mexe no bolso de muita gente que lucra com a hospitalização do parto e teme perder dinheiro se as mães passarem a optar por não fazer cesáreas”, disse o enfermeiro.
O conselho discorda de um ponto da estratégia Rede Cegonha, do Ministério da Saúde, que prevê a capacitação e qualificação de doulas e parteiras tradicionais, muito comuns nas regiões afastadas do país, onde há falta de hospitais e médicos.
Para a vice-presidente do Cremerj, Vera Fonseca, o crescimento dos partos domiciliares pode significar aumento nos índices de mortalidade das mães e dos bebês.“Defendemos a diminuição do número de cesáreas, mas não substituindo um risco por outro, colocando a paciente dentro de casa. Defendemos as enfermeiras obstetrícias e o parto humanizado, mas não com pessoas sem curso universitário. Nossas mães estão morrendo por falta de centro de tratamento intensivo, bancos de sangue suficientes e equipes completas”, justificou.
Segundo a obstetra, é dever do Ministério da Saúde equipar cada vez mais as maternidades e contratar médicos e profissionais de saúde e não incentivar doulas ou partos domiciliares como alternativa à falta de estrutura que o Estado deveria oferecer.
Nos últimos dias, a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro recebeu reclamações de gestantes que desejam ter o parto acompanhado por doulas no hospital. Assim como o Coren, os defensores também estudam acionar a Justiça contra as resoluções do Cremerj.
A defensora do Núcleo de Primeiro Atendimento de Madureira, na zona norte da cidade, Karine Terra, explicou que o órgão já está ingressando com ações individuais. “Muitas gestantes procuraram a defensoria indagando se haveria uma ação judicial para poderem ter o parto acompanhado de uma doula. Estamos tentando garantir seus direitos caso a caso. Os núcleos especiais de Defesa dos Direitos das Mulheres e dos Direitos Humanos resolveram ontem abrir um processo administrativo para embasar uma futura ação de tutela coletiva.”
Enquanto as resoluções do Cremerj estiverem em vigor, quem desobedecer responderá a processo disciplinar. No dia 5 de agosto, o Coren, movimentos de mulheres, organizações de direitos humanos, associações de doulas vão promover uma passeata contra as decisões do Cremerj na Orla de Ipanema, zona sul do Rio.
É um absurdo que em pleno Século XXI uma categoria ainda se ache no direito de legislar sobre os direitos da população sobrepondo-se e ultrapassando os limites do conhecimento e do fazer de outras categorias, ressalta o Enfermeiro Washington. "Está na hora de acabar com o controle de uma categoria sobre todas os demais profissionais de saúde". Disse Washington.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

domingo, 22 de julho de 2012

Abraço ao Hospital Federal da Lagoa

Amigos e amigas da Enfermagem.
Temos um compromisso com a categoria amanhã 23/07/2012 as 10 horas no Hospital Federal da Lagoa.
Vamos todos!
Vamos juntos!
Abraço em solidariedade aos grevistas do Hospital Federal da Lagoa.
Participe,
Divulgue,
Ajude nesta luta. É uma luta de todos nós.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

ANS suspende vendas de 268 planos de saúde a partir de 13 de julho

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) apresentou à imprensa nesta terça-feira (10) uma lista com 268 planos de saúde que ficarão proibidos de serem comercializados a novos usuários a partir do dia 13 de julho. A medida é uma punição pelo não cumprimento dos prazos máximos estabelecidos por lei para o atendimento de beneficiários. Foram punidos convênios que desrespeitam o prazo estabelecido para consultas médicas, exames e outros procedimentos, como cirurgias.

Esses planos de saúde, que tiveram as piores notas na avaliação da agência, são de 37 operadoras. A ANS chegou a essa lista depois de avaliar por duas vezes as reclamações feitas pelos usuários à agência. As notas foram atribuídas conforme o número de reclamações e as queixas relacionadas ao prazo de atendimento.
O diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar, Maurício Ceschin, ressaltou , no entanto, que os beneficiários dos planos que tiveram a comercialização suspensa não serão prejudicados. Para o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a medida tem como objetivo proteger os usuários que já pagam pelos produtos.

- Hoje são 50 milhões de usuários de planos de saúde no Brasil. Os produtos que estão tendo a comercialização suspensa são produtos que atendem 7% dos beneficiários do País. O que nós estamos fazendo é proibir que os produtos possam ser vendidos para outras pessoas enquanto as operadoras não conseguirem oferecer um serviço de qualidade para quem já é usuário deste produto, para quem já paga.
Cada consulta, exame ou procedimento tem um prazo diferente, que foi definido após uma pesquisa, que contou com a participação de 800 das 1.016 operadoras do País. A resolução que definiu esses prazos entrou em vigor em 19 de dezembro de 2011. Desde então, foram feitas duas avaliações com base nas queixas dos usuários. Na primeira, que teve resultado divulgado em março passado, foram 1.981 reclamações. Na ocasião, foi feita uma lista de planos com problemas, as operadoras foram comunicadas, mas nenhuma delas foi punida.

Na segunda avaliação, foram mais de 4.000 queixas. A partir delas, a ANS elaborou uma listagem dos 268 planos que já haviam aparecido na primeira avaliação e que continuaram apresentando desempenho ruim na prestação do serviço. Esses foram os planos que vão ter a venda suspensa a partir de 13 de julho.

Os planos só voltaram a ser comercializados, caso eles tenham melhora na próxima avaliação da ANS, que ocorrerá daqui a três meses. Até lá, em caso de desobediência a determinação, o plano pode ser multado em até R$ 250 mil. As operadoras só poderão voltar a vender os planos depois que a agência autorizá-las formalmente.

Veja a lista de planos com comercialização suspensa

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Apresentação do Requerimento n. 5773/2012


Logo C?mara dos DeputadosAcompanhamento de Proposições
Brasília, quarta-feira, 18 de julho de 2012

Prezado(a) Washington Ramos Castro,
Informamos que as proposições abaixo sofreram movimentações.
  • PL-02295/2000 - Dispõe sobre a jornada de trabalho dos Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem.
- 17/07/2012Apresentação do Requerimento n. 5773/2012, pelo Deputado Major Fábio (DEM-PB), que: "Solicita inclusão na Ordem do Dia do Plenário, o PL nº 2.295/2000, do Senado Federal, que "dispõe sobre a jornada de trabalho dos Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem"".

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Representantes da Enfermagem se reúnem com governo para tratar sobre o PL 2295/2000 - 30 HORAS: O próximo encontro está marcado para o dia 7 de agosto entre a liderança do governo, deputados e representantes da categoria para avaliar o resultado da agenda de sensibilização do governo.


A deputada Alice Portugal (PCdoB) articulou reunião, nesta terça-feira (10/07), entre o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), e representantes das diversas entidades ligadas à enfermagem e que compõem o ‘Fórum Nacional 30 horas Já’.

A reunião, que ocorreu na sala da liderança de governo, na Câmara dos Deputados, teve o objetivo de sensibilizar a liderança do governo na Câmara para que sejam criadas as condições para o estabelecimento de um acordo para a aprovação do PL 2.295/00, que regulamenta a jornada de trabalho da categoria.

O encontro contou com a presença, além da deputada Alice Portugal (PCdoB), das deputadas Rosane Ferreira (PV-PR) e Carmen Zanotto (PPS-SC); da enfermeira e vereadora pelo PCdoB-Salvador, Aladilce Sousa; da enfermeira Aline Soares, representante do Coren-BA, também da Bahia, Isolda Cardoso, do Sindicato dos Enfermeiros da Bahia.

Estiveram presentes representantes nacionais como Ivone Cabral, presidenta da Associação Brasileira de Enfermagem (Aben), Solange Caetano, presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE) e assessores representando o Conselho Federal de Enfermagem - Cofen.

O líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), ouviu as proposições e expectativas da categoria e sugeriu a manutenção de um grupo de parlamentares e representantes da enfermagem brasileira, coordenado pelo deputado Henrique Fontana (PT-RS), vice-líder do Governo e relator da reforma política, para a promoção de uma agenda de sensibilização do governo, a partir de audiências com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e com a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati, na busca de um entendimento para fechar uma posição do governo para encaminhamento da votação do projeto pelos deputados.

A deputada Alice Portugal acredita ser importante a manutenção do diálogo com o governo, mas ressalta que a jornada de 30h já é uma realidade praticada no dia a dia da categoria, pois “são diversos municípios e estados que têm adotado essa carga horária” e que é preciso legitimar definitivamente essa perspectiva.

Alice também considera importante o agendamento de audiências, sugeridas pelo deputado Arlindo Chinaglia, com os ministros Alexandre Padilha e Ideli Salvati no sentido da “retomada do diálogo com o governo, num esforço das representações da categoria, como também, de forma suprapartidária dos deputados na busca de garantir para essa categoria, conforme uma orientação da Organização Mundial de Saúde, melhores condições de trabalho e qualidade de vida, algo que trará melhora significativa na qualidade do atendimento da população”.

Na reunião ficou definido, por solicitação da deputada Alice Portugal, um novo encontro, no dia 7 de agosto, entre a liderança do governo, deputados e representantes da categoria para avaliar o resultado da agenda de sensibilização do governo.

Manoel Neri, assessor do COFEN, destaca a importância da reunião articulada pela deputada Alice Portugal, pois, “representa um reinicio das negociações com o governo”, através da intermediação do líder do governo, “na busca de um entendimento que garanta a aprovação das 30h”. Ivone Cabral, presidenta da ABEn, acredita que a reunião foi a possibilidade de “reabertura de diálogo com o governo e com o parlamento na Câmara dos Deputados” e que o “resultado foi animador, diante do retrocesso ocorrido no último dia 27”.

Solange Caetano, presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros, aponta que “é uma abertura de um canal de discussão com o governo” as audiências com os ministros Alexandre Padilha e Ideli Salvati, contudo, afirma que “a categoria encontra-se mobilizada e não existindo avanços, no sentido de um entendimento, a enfermagem brasileira poderá paralisar as atividades em todo Brasil a partir da segunda quinzena de agosto”.

A vereadora Aladilce Sousa acredita que após o esforço dos deputados, em especial, da deputada Alice Portugal “seja possível a retomada das negociações para aprovação das 30h da enfermagem”. Destaca ainda que essa aprovação não é importante apenas para a categoria, mas também para a “assistência a saúde da população, especialmente, no sistema único de saúde”

Já enfermeira Isolda Cardoso, do Sindicato dos Enfermeiros da Bahia reconhece avanços, a partir do envolvimento do líder do governo como um intermediador das discussões, entretanto, afirma que caso não avancem as negociações “o embate com o governo possa ocorrer, na medida, que não sejam atendidas as reivindicações”. Representando o Coren-BA, a enfermeira Aline Soares, reforça que a categoria está unida, “somos mais de 1,6 milhão de profissionais, em todo o Brasil, e que qualquer paralisação produzirá grande impacto na sociedade”.

Fonte: COFEN / via blogdoAdilton

Começa o esvaziamento do IASERJ


Na madrugada de Domingo 15 de julho de 2010, sob protestos de funcionários, usuários e sindicalista começou neste domingo a retirada de pacientes e o esvaziamento do Instituto.

Enfermeiro Washington esteve no local e diz que a cena era de tristeza, apesar de não haver confronto por parte dos que são contra a desocupação, o clima era tenso.


Parte dos funcionários e parentes dos pacientes contavam com o apoio de outros usuários e de muitos sindicalistas.

A PM estava no local com um grande número de policiais, incluindo um grupamento do BOPE, mas não foi necessário o uso da força pois os manifestantes se restringiram a vaiar as saídas dos pacientes.

No momento de maior tensão um grupo de manifestantes foi proibido de entrar no prédio pelos PM, mas tudo terminou bem pela ação de esfriamento dos ânimos de parte dos manifestantes e do comando local da PM.


A questão encerra alguns aspectos que merecem mais discussão e que poderia ser melhor discutido ouvindo também a voz dos que são contra o esvaziamento.

Pelo lado do Governo do Estado o argumento é de que a doação do espaço tem uma finalidade nobre, já que servirá para abrigar um centro de tecnologia no combate ao câncer que será gerenciado pelo INCA, que já está instalado em um prédio ao lado do IASERJ.

Do lado dos manifestantes o argumento é de que a desativação do IASERJ, além de desconsiderar o aspecto histórico da instituição, poderia ser evitada se fosse doado outro espaço para o INCA e a sugestão é que fosse aproveitado o prédio desocupado pelo INTO que foi transferido para a Av. Brasil e que ficou sem utilidade e é na rua ao lado do INCA. 

Para Washington um pouco mais de discussão com a sociedade através de uma consulta pública teria um aspecto democrático e talvez se encontrasse uma alternativa razoável para todos.

domingo, 15 de julho de 2012

Cofen discutirá norma da Anvisa que aumenta relação enfermeiro/paciente nas UTIs

No próximo dia 17 de julho, o Cofen reúne-se com a Anvisa e o Ministério da Saúde para discutir a proposta que altera as mudanças impostas pela Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 26, de 11 de maio de 2012, que aumentou a relação 1 Enfermeiro/8 pacientes para 1 Enfermeiro/10 pacientes, além de retirar 1 técnico de apoio por turno, nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) Caso não haja uma solução adequada, o Cofen irá ingressar com medidas judiciais para que sejam respeitadas as leis que se contrapõem a proposta da RDC nº 26.
Para a Presidente do Cofen, Marcia Krempel, “o Cofen é contrário às condições impostas pela normativa porque, ao aumentar o número de pacientes por Enfermeiro nas unidades críticas, poderá ocorrer uma diminuição do tempo despendido a cada paciente, acarretando prejuízos à execução de uma assistência de qualidade, além de sobrecarregar o trabalho dos profissionais de Enfermagem”. Krempel ainda esclarece que a partir da aplicação da norma, “o enfermeiro pode vir a se concentrar mais em atividades administrativas do que na atenção aos pacientes, ficando a responsabilidade nas mãos dos técnicos de enfermagem, o que fere a lei do exercício profissional da enfermagem, onde está explícita que, o cuidado de pacientes críticos, é atividade privativa do enfermeiro”, ressalta a Presidente.
O tempo exigido dos profissionais para o cuidado do paciente está associado diretamente à sua segurança. Pesquisas realizadas nas UTI de quatro hospitais americanos revelaram que o aumento de 0,1% na proporção Enfermeiro/Paciente representa aumento em 28% de eventos adversos. Outro estudo verificou avanço de 0,7% no risco de morte para cada paciente adicional/enfermeiro.
Pedro de Jesus, presidente do Coren-RJ alerta para os sérios riscos que esta alteração da RDC pode causar.
- A razão ideal na Unidade de Terapia Intensiva para o profissional cuidar com segurança, oferecendo alta qualidade no atendimento, seria de 1 enfermeiro/5 pacientes. Esta RDC nº26 da Anvisa, que obriga a proporção 1/10 tem que ser contestada. E não é só o paciente quem corre riscos. Lembremos que quem cuida também é um ser humano, com todas as suas limitações e complexidades. A alta carga de trabalho resulta numa equipe estressada e em estado de esgotamento físico e mental, podendo levar o trabalhador um quadro de depressão profunda.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Mais um requerimento de inclusão do 2295/2000 antes do recesso


Logo C?mara dos Deputados
Acompanhamento de Proposições
Brasília, sexta-feira, 13 de julho de 2012
 
Prezado(a) Washington Ramos Castro,
Informamos que as proposições abaixo sofreram movimentações.
 
  • PL-02295/2000 - Dispõe sobre a jornada de trabalho dos Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem.
 - 11/07/2012Apresentação do Requerimento de Inclusão na Ordem do Dia n. 5757/2012, pelo Deputado Raul Henry (PMDB-PE), que: "Requer a inclusão do Projeto de Lei nº 2295/2000, do Senado Federal, na Ordem do Dia do Plenário da Câmara dos Deputados, de modo que a jornada de trabalho dos enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem não ultrapasse seis horas diárias e trinta horas semanais".

 
 
 

quinta-feira, 12 de julho de 2012

No Aniversário do Sistema CORENs / COFEN aconteceu curso de capacitação em saúde do trabalhador no Hospital Federal do Andaraí.

Cerca de 80 pessoas acompanharram a abertura do curso que contou com a presença das rofessoras Maria da Luz, Lilian Behring e Gláucia Regina M. S. Castro, Alem de Celina do SINDSPREV e Enfermeiro Washington Diretor licenciado do SINDENFRJ.


Uma vitória para a categoria, assim foi que as professoras e Washington classificaram o curso sobre a Política Nacional de Saúde e Segurança do Trabalhador.
Lilian lembrou que a capacitação é um instrumento importante pois reduz o risco de ocorrência de acidentes por negligência, imprudência ou imperícia.


O dirigente licenciado do SINDENFRJ, Enfermeiro Washington ressaltou ainda que além da capacitação, a regulamentação da jornada de trabalho sancionada pelo Prefeito Eduardo Paes é importante mas que a categoria precisa continuar lutando para que possa conseguir a aprovação do PL 2295, além de outras demandas.


Parabéns ao COREN-RJ e às professoras que organizaram o evento. O CapacitaCoren é uma realidade, uma ferramenta importante que não podemos deixar de apoiar.

No dia do aniversário do sistema CRENs/COFEN, sai a relação dos candidatos classificados para entrevista de cadastro de docentes do "CapacitaCoren-RJ"


O Coren-Rj informa a relação dos candidatos classificados para a entrevista de formação e cadastro de docentes do Projeto CapacitaCoren, através de Chamamento Público (Nº 01/2012). Veja se você está entre os classificados e quando está agendada a sua entrevista.
As entrevistas serão realizadas no auditório da sede do Coren-RJ, na Avenida Presidente Vargas, 502 – 5º andar. O não comparecimento à entrevista na data e hora marcada acarretará a desclassificação do candidato (item 7 do Edital de Chamamento Público).
 Data: 16/07/2012
Horário: 8h
DOUTORES
Alexandre Barbosa de Oliveira
Graciele Oroskis Paes
 MESTRES 
Cláudia Maria Messias
Eliane Passos Pereira Assumpção
Gisele Simas dos Santos
Heleonora Diva Borges Lima
Marilene Gonçalves de Souza
Márcia de Deus Gomes
Claudia Maria Monteiro
Ricardo de Mattos Russo Rafael 
ESPECIALISTAS 
Claudio José de Souza
Elisângela do Nascimento Fernandes Gomes
Magdala Fonseca Lourenço
Maria Cristina Guimarães Alves Pimentel
Carmen Andrea Carneiro da Silva Souza
Jane do Socorro Pantoja Daumas
Paulo Afonso Alves de Souza
Ricardo Tavares Bem
William da Silva Coimbra
Data: 16/07/2012
Horário: 09h30min
DOUTORES
Marcia de Assunção Ferreira
Rosimeire Ferreira Santana 
MESTRES 
Inês Leoneza Souza
Marcelo Mota Nogueira
Renata de Oliveira Maciel Suarez
Selma Elizabeth de França Gonçalves
Vanessa Santos da Silva
Viviam Lombardi Ferreira
Carlos Magno Carvalho da Silva
Vanessa Gomes da Silva 
ESPECIALISTAS 
Thiago de Freitas França
Rejane Maria Santos de Freitas
Antonio da Silva Ribeiro
Bianca Andrea Pereira da Silva
Fernando de Siqueira Barros
Vanja Helena Guedes da Silva
Carla Franca Salustiano
Luciane Henriqueta Ortiz Lelis
Vanice dos Santos Rodrigues de Oliveira 
Data: 17/07/2012
Horário: 8h
DOUTORES
Deyse Santoro Conceição
Tania Cristina Franco Santos 
MESTRES
Rosilene Aparecida dos Santos
Simone Martins Rembold
Vilma Perez Moreira
Anália Zuleika de Castro
Paula Vanessa Peclat Flores
Alexandro Alves Ribeiro
Diene Almeida Rufino Fragoso
Fernando Augusto Dias e Sanches 
ESPECIALISTAS 
Carolina Corrêa Pinto de Farias
Célida Terezinha da Silva Castro Suzarte
Graziela Mendes Ruas e Sanches
Maria Magdalena Kelly Pinto
Mariana da Silva Braga
Mary Mirian Santos da Cunha Borba
Camile dos Santos de Freitas
Márcia Maria Silva dos Santos
Elvira Maria Martins Siqueira de Carvalho 
Data: 17/07/2012
Horário: 09h30min
DOUTORES
Maria Antonieta Rubio Tyrrell 
MESTRES
Maria Domingues Bernardes Silva
Adriana Ouverney Braz
Alcione Matos de Abreu
Camila Pureza Guimarães da Silva
Andreia Neves de Santanna Menezes
Erika Fonseca Camargo Marsico
Wesley Pereira de Jesus Silva 
ESPECIALISTAS 
Mônica Sequeira Lopes Teixeira
Eliane das Graças Azevedo Lagos
Tatiana Maria Pereira Lattanzi
Katy Conceição Cataldo Muniz Domingues
Juliana Rodrigues Cardoso
Nádia de Fátima Ribeiro Ferreira
Selma Almeida de Jesus
Shimmenes Kamacael Pereira
Viviane Ganem Kipper de Lima
Tatiane Marques Guimarães Ribeiro

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Alerj tem funcionário preso e empregados de um hospital estariam envolvidos em sequestro.


Altair Ferreira dos Santos, Abordou duas mulheres afim de negociar a venda de seus bebês. O assessor parlamentar que é funcionário da Alerj e que foi exonerado, está preso pelo sequestro em um hospital de Saquarema  de um recém-nascido.
Após o ocorrido a vigilância na unidade aumentou e nossa reportagem não pode entrar na maternidade.
De acordo com os relatos de usuárias da instituição é comum saber de abordagens feita Às parturientes na maternidade do Hospital,. Fomos informados ainda que uma técnica de enfermagem teria retirado bebês dos quartos das mães sob argumento de que os levaria para uma avaliação do pediatra, porém, ainda segundo relatos, isto aconteceria em horários em que o médico não estaria na unidade.

Fonte: noticiaexpress

Planos de saúde são punidos por falhas no atendimento


Governo usa nova lei e suspende venda de 268 produtos de 37 operadoras no país.

Por descumprir os novos prazos de atendimento para consultas e exames, 268 planos de saúde, entre individuais e coletivos, de 37 operadoras, foram proibidos pela ANS de ser vendidos a novos clientes. Eles atendem a 3,5 milhões de pessoas no país, para quem nada muda nos serviços prestados. É a primeira vez que dezenas de empresas, entre elas a Unimed paulistana, são punidas por falha no atendimento. Nos dois primeiros trimestres do ano, as companhias receberam avaliação negativa da agência. Elas também podem ser multadas em até R$ 250 mil. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que a medida é “pedagógica” para a operadora e protege as pessoas. 

Fonte: O Globo

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Uma análise necessária


          Embora as eleições de 2012 tenham caráter  municipal, apresentará um relevância maior do que a discussão das questões de cada uma das cidades, pois a dimensão política dos resultados será determinante para o futuro político do pais, temperado pelo nível de crescimento ou redução das bancadas de cada um dos partidos políticos. Portanto, este pleito decidirá, não só o destino das cidades, pois seus resultados terão muita influência sobre as eleições gerais que ocorrerão em 2014.

          Então, a análise deste pleito deve ser feita tendo-se o cuidado de se observar o alcance e o real significado desta batalha. O que queremos pontuar aqui é que o pleito eleitoral de 7 de outubro movimentará as principais forças dos diferentes campos ideológicos e dos mais diversos polos políticos existentes no nosso país. Neste cenário, é natural que se espere que a base política e partidária de apoio ao governo da presidenta Dilma Rousseff busque manter e ampliar suas posições. Enquanto que à oposição caberá o trabalho de tentar evitar mais uma derrota política que represente uma redução ainda maior de suas bancadas e, por decorrência, de sua influência sobre os rumos da nação.

          Enquanto partidos que representam os interesses da população mais humilde e que compõem a base, estarão batalhando pelo seu crescimento. A oposição neoliberal, mesmo fragilizada, tentará a todo custo reverter, em algum grau, a etapa de sucessivas derrotas que têm experimentado nos últimos 14 anos.

          Desta forma, cabe-nos garantir a continuidade das profundas transformações que se iniciou no primeiro governo Lula e que segue com a atual presidente Dilma Rousseff e que tanto está incomodando às forças reacionárias que historicamente expropriaram os trabalhadores e alijaram do processo a maior parcela da população - a classe operária - que construiu e que mantem esta nação.

         O que está em jogo não é apenas a escolha dos representantes das câmaras municipais. O que está em jogo é, em última análise, a afirmação de que estamos trilhando um caminho que favorece a grande massa que historicamente sempre foi apenas coadjuvante e que passou a ter representação de fato no momento em que um TRABALHADOR assumiu o cargo máximo de nossa nação e que continua sendo um incômodo aos grupos reacionários por ter permitido uma MULHER, EX-PRESA POLÍTICA TORTURADA a estar nesta posição de liderança.

          Portanto, mais do que escolher o seu Prefeito ou o seu Vereador, na hora de votar em 7 de outubro, o Brasil, especialmente a categoria trabalhadora deverá considerar o que representa a reafirmação do caminho que estamos trilhando ou o retorno ao Brasil que sempre falaram em "Crescer o bolo para dividir depois" e que jamais dividiram nada, a não ser o custo das ações que só visavam beneficiar os donos do capital em detrimento dos que produziam as riquezas de nossa nação.

          Considerando que apesar destas eleições serem “municipais”, na hora do voto os eleitores irão considerar os efeitos da grande e prolongada crise mundial do capitalismo, que já tem refletido sobre coisas simples como o preço dos alimentos ou dos combustíveis e que até hoje ainda não se encontrou nenhuma perspectiva de saída, nem aqui, nem em lugar algum do mundo. Apesar do fato de ser essa crise resultado da ganancia desenfreada, especialmente dos dirigentes das grandes potências capitalistas, seus impactos alcançam todos os países de todos os continentes, incluindo-se aqueles em desenvolvimento, inclusive o Brasil, embora aqui, as políticas de transferência de renda dos últimos governos tenham amenizado os efeitos da crise mundial. Suas consequências negativas – como a redução do ritmo do crescimento, a queda da oferta de emprego, o arrocho no orçamento, entre outras – se manifestam, principalmente, no “território” das cidades. Mas é necessário que tenhamos o cuidado de não transferir a culpa desta crise para os atuais governantes e escolher em quem votar tendo cuidado de optar pelo candidato que represente os interesses da população e não aqueles que tentam induzir a população a uma leitura equivocada da conjuntura atual.

domingo, 8 de julho de 2012

ENFERMAGEM REAGE AO GOLPE DA CÂMARA E PREPARA-SE PARA GREVE



A agenda não cumprida dia 27, na Câmara dos Deputados, em Brasília, foi um show de desrespeito a todos os brasileiros e, em especial, aos profissionais da Enfermagem. A categoria, que deveria ser a protagonista da pauta do dia, acabou por formar a plateia de um circo de mentiras, em que alguns canastrões sem qualquer talento para a comédia, evoluíam descaradamente fazendo do Plenário um picadeiro. Assim, como espectadores revoltados pela absoluta falta de respeito, a Enfermagem foi (mal) tratada na Casa do Povo, diante das manobras conduzidas pelos deputados Arlindo Chinaglia e Jilmar Tatto (ambos de SP), e ordenadas pelos ministros Alexandre Padilha (Saúde) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais). Tudo orquestrado pelo governo federal com o objetivo de derrubar a votação do PL 2295/00, mais conhecido como o Projeto das 30 horas. 



A reação das dezenas de manifestantes que lotaram as galerias da Câmara não passou despercebida. Vaias e gritos de guerra – mostraram claramente que a classe não vai se conformar e que vem chumbo-grosso por aí: nas redes sociais, a possibilidade de uma paralisação nacional da categoria já vem sendo aventada.

Nos discursos que se sucederam por todo o dia não faltaram elogios à Enfermagem, dando conta da sua importância para a sociedade. A grande maioria dos parlamentares assumiu seu voto positivo publicamente. Mas, na prática, a situação era muito diferente: sórdidas maquinações tramadas nos bastidores, em nome do governo, acabaram por frustrar os profissionais da saúde, que há 13 anos batalham pela humanização da sua jornada de trabalho. E, mais uma vez, a categoria teve que engolir a amarga derrota.

As desculpas para a não aprovação do PL pelo governo são várias e algumas beiram o ridículo. A ministra das Relações Institucionais Ideli Salvatti botou na conta até da crise econômica mundial. Mesmo com um atestado de viabilidade financeira para a implantação do projeto assinado pelo Dieese, o governo insiste que a redução da jornada – e consequentemente o necessário aumento nos quadros da Enfermagem em cerca de 30% - traria prejuízos bilionários às finanças públicas e privadas, abalando principalmente as prefeituras, o SUS, os hospitais-escolas e as Santas Casas. Porém, comenta-se nos bastidores, que a razão de tanto empenho em jogar contra a jornada das 30 horas está no forte lobby dos setores privado e filantrópico.

A Enfermagem conhece a sua força e seu lugar na sociedade. O que pode acontecer se a categoria cruzar os braços? Nenhum movimento de paralisação neste País poderá se comparar aos estragos que provocaria uma greve geral de enfermeiros, técnicos, auxiliares e parteiras. Será que os nobres parlamentares e o Executivo já se deram conta de que a Enfermagem vai reagir? Que a Onda Branca sairá às ruas para pedir apoio e explicar à sociedade suas reivindicações?

O Presidente da Câmara, Marco Maia, garantiu em Plenário que não descansará enquanto não reagendar a matéria e que pedirá a obstrução das medidas provisórias para trazer de volta à pauta, o mais breve possível, a votação da jornada de 30 horas. Nas redes sociais, já há um forte movimento para promover a paralisação total da categoria, às vésperas do próximo agendamento da votação do PL 2295/00, com o propósito de só retornar ao trabalho após a tão aguardada vitória.

sábado, 7 de julho de 2012

Nós apoiamos: Enfermagem vota em quem luta pela enfermagem



HOJE É UM DIA ESPECIAL PARA TODOS NÓS QUE ESTAMOS LUTANDO PELO RECONHECIMENTO PLENO DE NOSSOS DIREITOS. O NOSSO PROJETO PARA A ENFERMAGEM PASSA PELA PARTICIPAÇÃO NAS ELEIÇOES E PELO DIREITO DE SER ELEITO, POIS ACREDITAMOS SER O PROCESSO ELEITORAL UMA TRINCHEIRA DE LUTA DA QUAL NÃO PODEMOS ABRIR MAO. OUTRAS CATEGORIAS HÁ MUITO TEMPO PARTICIPAM E CONSTROEM BANCADAS PODEROSAS PARA DEFENDEREM SEUS INTERESSES CONSTRUINDO LEIS QUE E AVANÇAM NOS DIREITOS.
É HORA DA ENFERMAGEM TAMBÉM EXERCER ESSE DIREITO ATRAVÉS SEU VOTO, ESCOLHENDO AQUELES QUE CONHECEM O COTIDIANO DA SAÚDE E QUE POSSUEM UM HISTÓRICO DE LUTA EM FAVOR DE UM SUS QUE REPRESENTE DIGNAMENTE PROFISSIONAIS E QUE ATENDA OS USUÁRIOS NO NOSSO MUNICIPIO COM A QUALIDADE QUE OS CIDADÃOS MERECEM.
APRESENTO MEU NOME A CATEGORIA DE ENFERMAGEM, SEM MEDOS OU CONSTRANGIMENTOS PORQUE ACREDITO QUE É POSSÍVEL EXISTIR UM PROJETO SÉRIO NO PARLAMENTO MUNICIPAL, ESTADUAL OU FEDERAL.
NOSSA CANDIDATURA ESTÁ COLOCADA ESPECIALMENTE PELO QUE HISTORICAMENTE ELA REPRESENTA. SOMOS ADVERSÁRIOS DOS TUBAROES DA SAÚDE, DOS FALSOS DEFENSORES, E DAQUELES QUE ACHAM QUE A SAUDE É APENAS UMA CLAUSULA SECUNDARIA EM SEUS PROJETOS DE GOVERNO.
NOSSA PROPOSTA É CONSTRUIR UMA CAMPANHA APOIADA NOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM QUE LUTAM POR SEUS DIREITOS E NA POPULAÇÃO QUE DESEJA E PRECISA DO SISTEMA ÚNICO DE SAUDE.
CONCLAMO A TODOS A PARTICIPAREM DESSA CAMINHADA. ASSUMINDO NOSSA CAMPANHA NO DIA A DIA NO BOCA A BOCA LEVANDO MATERIAL, DIVULGANDO AS PROPOSTAS, OTIMIZANDO AS FERRAMENTAS DISPONIVEIS QUE NÃO IMPLICAM NOS VASTOS RECURSOS QUE OUTROS TERÃO E NOSSA CHAPA NÃO, PORQUE NOSSO COMPROMISSO TAMBÉM É OUTRO E NOSSA VITÓRIA SERÁ DA ENFERMAGEM E DAQUELES QUE PRECISAM DELA.
VAMOS JUNTOS CONSTRUIR A VITORIA
OBRIGADO,
ENFERMEIRO WASHINGTON



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